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24/01/12

Aprender a cooperar

Ontem e hoje estiveram na nossa sala uns meninos do 1.º ano porque a professora deles teve de faltar. Foi uma oportunidade para nós os ajudarmos e para fazermos trabalhos em conjunto.
Um dos trabalhos foi o seguinte: a professora foi dando pistas a partir do livro «Orelhas de borboleta» e nós, em grupos de dois, fomos fazendo desenhos. Depois de termos todos os desenhos feitos, construímos uma história e apresentamos à turma. Por fim cada um dos elementos de cada grupo passou a história no computador.




Nesta semana fizemos coisas diferentes, porque tivemos a presença dos meninos do primeiro ano pois a professora deles faltou.
Eu adorei esta semana com os meninos do primeiro ano, nunca a vou esquecer porque foi diferente.   Mariana (4.º ano)
Eu adorei estar com os meninos do quarto ano. António (1.º ano)
Eu adorei estar com os meninos do primeiro ano, emocionei-me.
Tomás 4.º ano
Eu gostei de estar com os meninos do quarto ano a fazer jogos.  Laura 1.º ano
Eu  adorei esta semana por me terem ajudado nos trabalhos e também por me terem lido uma história.. Gabriel 1.º ano

Eu gostei de estar com os meninos do primeiro ano porque nós fizemos jogos e lemos livros mas também deram muito trabalho. O que gostei mais de aprender foi sobre o passado de Ovar (cidade museu do azulejo). Fabio

 Eu gostei de estar com a excelentíssima professora e gostei de estar com o 4.º ano. Tomás
Eu gostei de estar na sala do quarto ano porque pude ficar à beira de muitos colegas. -Gonçalo Vilas (1.º ano)
Eu adorei fazer este trabalho porque estive à beira do Gonçalo Vilas e porque estivemos a fazer trabalhos diferentes. Foi emocionante!  Sofia Escudeiro  (4.º ano)
Gostei de ter esta experiência porque os meninos do primeiro ano são muito trabalhadores.  Beatriz Barbas (4.º ano)
Eu gostei de estar na sala do quarto ano porque adorei quando jogamos jogos. –Afonso Pinto



Aprender a cooperar

Ontem e hoje estiveram na nossa sala uns meninos do 1.º ano porque a professora deles teve de faltar. Foi uma oportunidade para nós os ajudarmos e para fazermos trabalhos em conjunto.
Um dos trabalhos foi o seguinte: a professora foi dando pistas a partir do livro «Orelhas de borboleta» e nós, em grupos de dois, fomos fazendo desenhos. Depois de termos todos os desenhos feitos, construímos uma história e apresentamos à turma. Por fim cada um dos elementos de cada grupo passou a história no computador.


21/01/12

Quando penso em estrela...

Após o Natal foi proposto aos alunos pensarem em coisas que lhe faziam lembrar uma estrela. Surgiram ideias muito diversas: uma estrela cadente, uma estrela do xerife, uma estrela no céu, à noite; um aluno cinco estrelas, um hotel 5 estrelas, uma estrela de música pop, etc.
A partir das ideias lançadas em participação espontânea, foi lido um poema sobre uma estrela. Com base no poema e nas ideias registadas sobre estrela, em grupo os alunos criaram um poema.


Sabe-se lá...

A leitura da obra: «Sabe-se lá como é o crocodilo» surgiu para responder a uma necessidade. Tínhamos na turma alguns alunos do 1.º ano e houve necessidade de adaptar os trabalhos para responder a uma situação não prevista.
Contamos a história e todos participaram na construção de frases sobre o crocodilo, cada vez mais extensas; na imaginação do crocodilo; no desenho e na decoração; na pesquisa de informações sobre o crocodilo, etc.
Cada aluno expressou no desenho e na decoração a mensagem que a históra deixou ficar no seu interior. Todos os alunos se empenharam neste trabalho.
Beatriz

Carlos Daniel

Eva

Mariana


17/01/12

Concurso «Mais e Melhores leitores»

Este ano, a nossa turma está a participar num concurso chamado «Mais e melhores leitores». Para tal, lemos duas obras: «A girafa que comia estrelas» e «O Príncipe Feliz». Eu fiz o reconto desta última e o resultado foi este:
         Era uma vez uma estátua de um príncipe numa grande cidade.
Mais adiante, no lago, uma andorinha queria namorar um junco formoso. Mas, enfastiada por achar que era ele leviano, separou-se. As outras andorinhas haviam partido para o Egito. Já era noite, por isso foi pousar na estátua para lá pernoitar. Fechou os olhos, e caiu lhe uma gota na cabeça. Levantou-se, mas não conseguiu fazer mais nada porque caiu outra gota. Tentou abrir as asas, mas uma terceira gota caiu. Tentou de novo, abriu as asas e voou. E ao voar viu… Viu o príncipe a chorar.
-Porque choras?
- Choro porque quando era vivo, eu não sabia o que eram lágrimas. Mas, agora que estou morto, puseram-me aqui e eu vejo tudo. Vejo pobreza e miséria. Andorinha, não queres ser a minha mensageira por uma noite?
- Está bem. Que me pedes?
- Leva o rubi da minha espada a uma costureira que cose martírios num vestido e tem o filho doente. –
A andorinha levou-o. Voltou. No outro dia o príncipe convenceu-a a ficar mais uma noite e a levar a um jovem uma safira dos seus olhos. E a andorinha ficou também mais uma noite, levando a outra safira a uma vendedora de fósforos. E a andorinha foi levando folha a folha o ouro do príncipe feliz aos pobres. 
O príncipe ficou todo negro, e feio.
Era inverno. Pingentes. Neve. Frio. Vento. A andorinha acabou por morrer aos pés do príncipe. O ministro mandou o homem da fundição fundir o príncipe. Mas o coração de chumbo não fundiu e foi atirado ao lixo, juntamente com a andorinha.
No céu, Deus disse a um dos seus anjos que lhe trouxesse as duas coisas mais preciosas da cidade. O anjo trouxe a andorinha morta e o coração de chumbo.
         - Escolheste bem. – Disse Ele. – Este coração de chumbo adorar-me-á no meu reino de oiro e no jardim do paraíso esta avezinha cantará eternamente.


Eva : Eu gostei de ler esta história porque fala de um tema que eu acho interessante: a morte. É mesmo um mistério, a morte!

A Flávia também construiu um texto interessante. Todos ficaram muito contentes pelo seu desempenho.

Hoje li a história «O Príncipe Feliz».
            Era uma vez um príncipe Feliz, que tinha olhos de safira e uma espada com um rubi. Um dia ele morreu, e a sua estátua foi exposta numa coluna.
              Uma andorinha que por ali passava  estava à procura de um lugar para dormir. Quando encontrou aquele estátua  decidiu   deitar−se  nos pés do príncipe Feliz.  A andorinha quando estava prestes a adormecer reparou que uma coisa estranha lhe estava a cair no corpo, esbelto e preto. A andorinha quando olhou para a estátua viu que lhe estavam a cair lágrimas pele seu belo rosto.
    O príncipe Feliz contou-lhe a sua história, e contou à andorinha que conseguia ver uma casa, com a janela aberta e a porta, e lá dentro estava uma senhora  a cozer um vestido de martírio com flores, para uma rainha ir ao baile.
                  De tanto cozer a costureira já sangrava  das suas mãos por causa de se picar na agulha. A andorinha disse ao príncipe Feliz que tinha de partir para o Egito. Explicou-lhe que as suas amigas partiriam para a Montanha das Cataratas. O príncipe Feliz perguntou à andorinha se podia ficar uma noite a fazer-lhe  companhia, e ela aceitou. No dia seguinte o príncipe viu uma costureira a precisar de um rubi e a andorinha lá lhe foi dar. No outro dia viu um jovem estudante pobre e disse à andorinha para lhe arrancar o seu  olho de safira, ela não queria fazer uma coisa dessas mas o príncipe disse para fazer o que ele mandasse e ela lá fez esse favor.
             A seguir viu uma vendedora de fósforos  muito triste a chorar. Mandou a andorinha arrancar-lhe o outro olho de safira brilhante. Então ela foi-lhe entregar. Depois viu umas crianças pobres e decidiu dar-lhes as suas folhas de ouro.
             Então pediu à andorinha para lhe arrancar as folhas de ouro uma a uma e para as levar aos pobres. A andorinha foi tirando, tirando e tirando até que a estátua ficou toda negra.
Quando a andorinha, estava prestes a morrer disse ao príncipe para a beijar na cara. Mas o príncipe disse que a beijava na boca, porque a amava. Aquela andorinha tão meiga, acabou por morrer nos pés do príncipe. É aqui que acaba esta história tão doce.

04/01/12

A expressividade em ação

No âmbito do projeto «Cadeiras de Ovar», promovido pela Câmara Municipal de Ovar, a turma tem participado na invenção de frisos e padrões para azulejos. Hoje deram asas à sua imaginação e estiveram a inventar um padrão de azulejos para decorar o caderno de matemática. Alguns alunos revelaram muito trabalho, dedicação e empenho.
Parabéns a todos.
                       



                          

19/12/11

Os nossos marcadores de livro

No último dia do 1.º período os alunos decoraram um marcador de livro e escreveram uma mensagem sobre os livros que leram.
Sofia E., Flávia e Ruben
Maria Carolina, Tomás e Carolina Horta
                           

15/12/11

É bom ler...

Hoje dia 15 de Dezembro de 2011 acabamos de ler o livro «A fada Oriana». A história falava de uma fada chamada Oriana. Prometeu à rainha das fadas que ia proteger as flores, os homens, a velha. Um dia foi a casa do homem muito rico ver o que faltava e faltava nada. Tinha coisas a mais. Os móveis, as cadeiras e os sofás sentiam-se apertados. O espelho estava farto de ver a boneca de Saxe à sua frente com um ar de desequilíbrio. O espelho pediu a Oriana para tirar da sua, frente a bailarina e colocá-lo à frente de uma parede nua, branca e lisa.
Na casa do moleiro, estava tudo desarrumado porque a mulher do moleiro era distraída e quando saía deixava tudo por arrumar. Oriana pegou em três pedrinhas brancas e transformou uma blusa de trapos numa blusa nova; uma bola toda rota numa bola nova e colocou uma pedrinha na caixinha do dinheiro que estava vazia. Lá apareceu uma moeda redondinha e lisa.
Todos os dias Oriana ia visitar a velha, dava-lhe tudo o que ela precisava e como era cega, conduzia-a pelo caminho certo, até à cidade onde ia vender lenha.
Todas as noites ia visitar o seu amigo poeta, a única pessoa a quem se mostrava. Quando no relógio tocavam as doze badaladas, Oriana encantava a noite.
A fada Oriana cuidava sempre das pessoas pobres, cuidava das flores e dos animais mas um dia… Oriana foi à beira do rio e viu um peixe a pedir socorro porque estava a saltar na areia. Oriana salvou-o. O peixe agradeceu-lhe. O peixe começou a elogiá-la e ela começou a ficar vaidosa. Tão vaidosa e apaixonada por si própria ficou que esqueceu os amigos e a sua promessa falhou.
Criado por Carlos Daniel

A rainha das fadas retirou-lhe as asas e a varinha de condão desfez-se misturando-se com a terra. Só voltaria a ter asas e varinha de condão quando se esquecesse de si a pensar nos outros.
Oriana ficou muito triste e foi pela floresta. Viu que todos os seus amigos tinham desaparecido. Os animais tinham fugido para os montes; os homens tinham ido morar para a cidade. Foi à cidade tentar desfazer o mal que tinha feito mas ninguém acreditava que ela era uma fada porque não tinha asas nem varinha de condão. As pessoas pensavam que ela estava a mentir e riam-se dela; outras diziam que ela era uma menina bonita. Ela não gostava de ouvir isso porque a fazia lembrar que ela tinha abandonado todos os que precisavam dela. Sentia-se muito triste e sozinha.
Um dia Oriana viu a velha a desviar-se do caminho e a aproximar-se do abismo. Tentou chamá-la mas como ela era cega e surda não a ouviu. Estava a um passo do penhasco e Oriana tentou agarrá-la esquecendo-se que não tinha asas. As duas caíram mas a Rainha das Fadas apareceu e salvou-as.
Como Oriana se tinha esquecido de si própria para salvar os outros a rainha das fadas deu-lhe uma varinha de condão nova e um par de asas.
O moleiro, o lenhador e os animais voltaram à floresta. A Oriana foi ter com o poeta e voltaram para a torre. O poeta pediu a Oriana para encantar tudo.

Nós gostamos muito da história deste livro porque fala de amizade e dos perigos da vaidade.
                                                                                  Tomás e Carlos Daniel
                                               

13/12/11

A fada Oriana mordeu o isco...

Iniciamos a leitura da obra «A Fada Oriana», escrita por Sophia de Mello Breyner Andersen. Hoje lemos o capítulo «O peixe». Neste capítulo Oriana mordeu o isco do peixe. Ele elogiou-a tanto que Oriana começou a passar o tempo a pensar na sua beleza e progressivamente foi esquecendo dos animais da floresta, das flores, do lenhador, do poeta e do moleiro. Quando o peixe Salomão foi à procura das pérolas para enfeitar Oriana, ela ficou à espera, sentada numa rocha, sete dias e sete noites. Nesse tempo Oriana, embriagada pela sua vaidade não foi ajudar a velha.
                                                                         
                                                                                               Oriana mostrava-se ao poeta - Beatriz
A sala do homem muito rico - Beatriz
O peixe elogiou Oriana - Santiago
          
Oriana olhava o seu reflexo na água -  Mariana


Cada um de nós pensou sobre o que era para si a vaidade:
- Eu não gosto da vaidade porque nós quando pensamos na nossa vaidade não queremos saber dos outros, mas claro, também gosto de andar com perfume. - João Pedro
- A vaidade para mim é uma pessoa que só pensa em si própria e está sempre a ver como está o seu cabelo, está sempre  a pintar as unhas e a usar acessórios bonitos. Flávia
- Quando somos vaidosos só nos interessamos por nós e esquecemo-nos dos nossos amigos, de ajudar nas tarefas de casa e tornamo-nos muito chique. - Sofia Gomes
- A vaidade é uma coisa que não se pode seguir porque faz esquecer as pessoas e familiares de quem gostamos. - Gonçalo Pinho
- A vaidade é incorreta porque faz com que só pensemos em nós e esqueçamos os nossos amigos. não sou vaidosa! - Carolina Horta
- A vaidade é má. Ficas vaidoso, achas que és mais bonito, muito melhor que os outros e habituas-te a que te elogiem - Santiago
- A vaidade às vezes é má porque ficam cheios de mania que são mais belos do que os outros. A vaidade faz mal porque começam a pensar só neles e esquecem-se dos seus amigos. - Mariana
- Eu não gosto da vaidade. É daquelas coisas que, só com um amigo pode desaparecer. Quando a temos esquecemos do mais importante, o que está dentro de nós. É uma coisa terrível porque esquecemo-nos dos nossos verdadeiros amigos. - Beatriz
- Eu não gosto da vaidade porque esquecemos de tudo à nossa volta - Ruben

Depois de acabarmos de ler o livro cad um escreveu um texto sobre a história. Vamos ler algumas das histórias:

A fada Oriana

A história fala de uma fada boa que se chamava Oriana. A rainha das fadas deu-lhe uma floresta e a fada Oriana prometeu-lhe que nunca iria abandonar a floresta, o moleiro, o lenhador, a velha, o poeta e os animais.

Um dia salvou o peixe que lhe disse que sempre que precisasse podia chamá-lo. Ela foi ficando amiga do peixe, que a foi elogiando. Cada vez que ele a elogiava, ela ia esquecendo-se do lenhador, do moleiro, do poeta, da floresta e dos animais. Um dia esqueceu também a velha pensando que ela já tinha decorado o caminho para a cidade sem cair no abismo.

A rainha das fadas tirou-lhe as asas e a varinha de condão. Acrescentou também para ela ir ver o mal que tinha feito. Oriana, com o sangue a sair dos pés, não viu ninguém. Todos tinham ido embora menos os ratos, as aranhas e as víboras.

Os ratos, as aranhas e as víboras contaram que foram todos morar para a cidade e que o filho mais novo do moleiro se tinha perdido porque ela não tinha tomado conta dele. A chorar, Oriana partiu de viagem para a cidade onde perguntou a várias pessoas se sabiam onde vivia o moleiro. Ninguém sabia até que encontrou um gato que a guiou até ao n.º 9577. No 4.º andar. A moleira apareceu e não acreditou na Oriana porque não tinha asas. Disse que só acreditaria nela se encontrasse o seu filho mais novo.

Foi-se embora e perguntou ao gato se sabia onde morava o lenhador. Ele foi-se embora dizendo que não.

Oriana procurou e encontrou um cão vadio que a guiou até um casebre meio desfeito. A mulher do lenhador veio à porta, acreditou nele e contou-lhe que o lenhador estava na prisão porque o filho adoecera e precisava de ficar quente. Por essa razão roubou dois cobertores. O polícia apanhou-o e ele agora estava na cadeia. Oriana pediu-lhe para ela voltar para a floresta. A mulher do lenhador disse que só voltaria com o marido.

Oriana lembrou-se do poeta. Procurou, procurou, procurou e só à noitinha viu um café iluminado; entrou lá e viu o poeta. Oriana tentou convencê-lo que era a fada Oriana mas ele gritou «Desaparece!»

Oriana foi procurar o filho do moleiro à floresta. Lembrou-se que os animais deviam saber dele. Dito isto Oriana subiu montes até encontrar o que queria.  Perguntou aos animais se eles sabiam do filho do moleiro. O veado apareceu com ele às costas. Os animais não lhe deram o menino porque achavam estranho uma fada sem asas. Oriana avisou que tinha testemunhas. Ela disse: «Amanhã ao meio dia vão ao lago. O peixe é o meu testemunho»

Oriana apressou-se a ir ter com o peixe, convenceu-o a ser testemunha. Ao meio dia os animais fizeram uma bicha. Oriana chamou pelo peixe mas ele não apareceu. Todos os animais chamaram-lhe mentirosa.

Oriana ouviu uma voz. Era a rainha das fadas más que lhe fez uma proposta: « Se te tornares uma fada má eu dou-te estas asas». Oriana respondeu que não. Continuou o caminho mas de repente viu a velha que estava quase a cair no abismo. Entretanto descansou um pouco. Oriana correu. Enquanto estendeu o braço para agarrar a velha, caiu porque se esqueceu que não tinha asas.

A rainha das fadas boas puxou-as e disse à Oriana que tinha cumprido a promessa e deu-lhe uma varinha de condão e um novo par de asas. Oriana viveu feliz para sempre sem se esquecer da promessa.

«Nunca me esquecerei desta história porque foi marcante e ensinou-me uma lição: não interessa o que está por fora mas sim por dentro.» Beatriz


A FADA ORIANA

Era uma vez uma fada chamada Oriana. Ela fez uma promessa à rainha das Fadas que era tomar conta da floresta. Um dia um peixe elogiou Oriana tanto que ela começou-se a interessar pela vaidade e a não cuidar da floresta; só a cuidar de uma velha que vivia na floresta. Mas um dia também deixou de tratar da velha. Para castigo a rainha das fadas tirou-lhe as asas e a varinha de condão.

Todos os habitantes abandonaram a floresta. O moleiro foi para a cidade e o lenhador  e o poeta também; a velha ficou na floresta. O lenhador foi preso (o filho ficou doente e precisava de duas mantas de lã e ele roubou). Ao moleiro desapareceu-lhe o filho.  O poeta ficou à espera de Oriana até às doze badaladas da meia noite e ficou zangado. Os animais que tinham o bebé do moleiro. Oriana tentou dizer a todos que era uma fada mas ninguém acreditava; foi à prisão e expulsaram-na. Foi ao café ter com o poeta e ele disse para ela desaparecer. Então foi ter com a velha que estava quase a cair no abismo. Tentou ajudá-la mas não se lembrou que não tinha asas e …caíram as duas no abismo. Mas a rainha das fadas salvou-as e deu asas e uma varinha de condão à fada Oriana.


Oriana ajudou a velha; os animais acreditaram que ela era uma fada e devolveram-lhe o bebé; foi à prisão, adormeceu os guardas e libertou o lenhador; foi ao café ter com o poeta.

Por fim todos voltaram para a floresta viverem.

                                                                              Texto construído pela  Maria Carolina
                                                                   A fada Oriana

Era uma vez uma fada boa a quem concedida uma floresta. Chamava-se Oriana.
Ela ajudava o moleiro  e os seus onze filhos, o lenhador, a velha, o poeta, tentava ajudar o homem muito rico e também ajudava os animais. Até que um dia encontrou um peixe na margem do rio a pedir socorro. Oriana salvou-o e o peixe ficou agradecido dizendo que sempre que ela precisasse era só chamar.
Quando o peixe desapareceu Oriana ficou a olhar o seu reflexo e achou-se linda. Tornou-se tão vaidosa que se esqueceu da sua promessa de tomar conta da floresta..
Por causa disto a rainha das fadas boas tirou-lhe as asas e a varinha de condão. Para voltar a tê-las tinha que esquecer-se de si própria a pensar nos outros.
Oriana ficou muito triste e foi visitar os habitantes da floresta mas alguns tinham-se mudado para a cidade... Ela foi à cidade tentar convencê-los a voltar para a floresta. Só um é que acreditou que ela era uma fada. Foi a moleira mas ela não ia embora enquanto o marido estivesse preso por ter roubado dois cobertores de lã. A mulher do lenhador disse que só acreditaria se lhe trouxessem o décimo primeiro filho. O poeta não acreditava porque ela não podia fazer magia.
Então Oriana foi perguntar aos animais se sabiam onde estava o filho do moleiro mas eles não acreditavam que ela pudesse ser uma fada. Nesse instante Oriana viu a velha quase a cair a um abismo. Quando a velha caiu, Oriana, esquecendo-se que não tinha asas, saltou para o abismo para a socorrer.
Logo a seguir a rainha das fadas boas apareceu e deu de novo asas e a varinha de condão a Oriana. Assim ela pode salvar a velha, entregar o filho ao lenhador, soltar o moleiro e fazer com que o poeta acreditasse de novo em fadas.

                                                            Reconto elaborado pela Carolina Horta

10/12/11

Natal é tempo de magia...

Esta semana iniciamos a leitura da obra « A fada Oriana» e uma das tarefas propostas aos alunos foi a criação de um poema com o seguinte mote:
Se eu tivesse uma varinha de condão...
O trabalho foi feito a pares.
                                                                                                      

                                                                                                         






                               

27/11/11

Aprendemos uns com os outros

     
            Hoje, dia 25 de Novembro de 2011, os meninos da pré vieram à nossa escola para participar em várias experiências sobre dissolução, preparadas pela nossa turma. Ontem à tarde, nós, colectivamente, construímos duas tabelas para os meninos registarem o que pensavam e o que aconteceu quando fizemos a experiência. Alguns meninos trouxeram açúcar, sal, rebuçado, cacau, azeite e farinha. O nosso amigo das experiências, o avô Carlos trouxe areia.
Quando misturámos a água com o açúcar ele dissolveu-se. O sal também se dissolveu com a água mas nestas duas experiências a água continuou transparente. Houve um problema, o rebuçado dissolveu-se na água mas demorou muito tempo. Quando colocamos o cacau na água ele dissolveu-se e a água ficou toda castanha. Quando misturamos o azeite com a água ele ficou ao de cima, e como diz o velho ditado «A verdade é como o azeite, que vai sempre ao cimo». A farinha na água também se dissolveu e a água ficou branca. A areia não se dissolveu e foi para o fundo.
O avô Carlos explicou-nos o que era a decantação e a filtração.
       Nós gostamos muito de dar uma aula de ciências experimentais aos nossos colegas do Jardim de Infância. Queremos continuar esta experiência.
                                                                                    Texto da Eva e Flávia