A proposta de trabalho hoje foi criar uma proposta de turma para o título do blog da escola. Cada turma vai criar um título e uma imagem e depois entre todos escolheremos o melhor título e o melhor desenho.O título escolhido tinha a palavra «imaginários» que foi a palavra criada por uma menina do 4.º ano para o nome de um jornal que fez no computador, nas férias. Devemos valorizar as iniciativas e o esforço de quem trabalha e então aceitamos o desafio de compor um titulo que tivesse a palavra imaginários.Entre várias propostas a mais votada na turma foi: «Os pescadores imaginários de letras». A partir deste título cada aluno fez um desenho e foi escolhido o desenho do Gonçalo José.
26/09/11
1.º trabalho ano letivo 2011-2012
Iniciou-se em 16 de Setembro mais um ano letivo.
Os alunos da turma do 4.º D vão trabalhar muito para vencer este ano.
O primeiro trabalho de escrita criativa que fizeram foi a invenção com a família de um poema do autor João Pedro Mésseder. Vamos receber este autor no dia 21 de outubro e por isso os alunos de todas as turmas estão a trabalhar obras que ele escreveu.
Os alunos da turma do 4.º D vão trabalhar muito para vencer este ano.
O primeiro trabalho de escrita criativa que fizeram foi a invenção com a família de um poema do autor João Pedro Mésseder. Vamos receber este autor no dia 21 de outubro e por isso os alunos de todas as turmas estão a trabalhar obras que ele escreveu.
25/06/11
Festa do Agrupamento
No dia 22 de Junho foi o encerramento das atividades letivas deste ano. A nossa escola, à tarde particpou com uma canção »A escola é alegria», em que todos os alunos subiram ao palco. A Associação de Pais, à noite, esteve presente participando, em colaboração com a escola, num desfile de fatos elaborados com materiais de desperdício como papeis, jornais, sacos, material plástico de acondicionamento... O tema que levamos foi, como não podia deixar de ser, o mar. OBRIGADA A TODOS OS PAIS!
Participaram 13 alunos de todas as turmas. Havia o mar, algas, uma marinheira, um surfista, um nadador salvador, um polvo, duas sereias, um barco, uma princesa do mar e um peixe.
É importante estarmos presentes nestas atividades que são feitas a pensar no espírito de grupo e na coesão entre todas as escolas.
Afinal todos estavam felizes pelo culminar de mais um ano de trabalho, com muitos momentos de alegria e alguns de tristeza mas com a satisfação de alunos, professores e assistentes terem dado o seu melhor.
Participaram 13 alunos de todas as turmas. Havia o mar, algas, uma marinheira, um surfista, um nadador salvador, um polvo, duas sereias, um barco, uma princesa do mar e um peixe.
É importante estarmos presentes nestas atividades que são feitas a pensar no espírito de grupo e na coesão entre todas as escolas.
Afinal todos estavam felizes pelo culminar de mais um ano de trabalho, com muitos momentos de alegria e alguns de tristeza mas com a satisfação de alunos, professores e assistentes terem dado o seu melhor.
BOAS FÉRIAS!
23/06/11
Brincar nas férias com a ciência
Etiquetas:
novas aprendizagens,
Tempo de férias... Novas leituras
Aprender sobre a república...
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novas aprendizagens,
Tempo de férias... Novas leituras
21/06/11
Não abandonem os animais
Os animais não são como peças de roupa que se usam quando queremos e se esquecem sem problemas. Os animais são seres vivos que sentem, que sofrem e quando são abandonados podem até morrer de solidão. Como estamos a aproximar-nos de férias contei aos alunos um livro repleto de emoções « O gato que amava a mancha laranja». Os alunos criarm, em grupo uma sinopse a partir do título e de algumas palavras da história que foram escritas no quadro. Todos os grupos apresentaram o seu trabalho. Entretanto foi lida a história e feita reflexão sobre os valores essenciais. No fim cada aluno realizou um marcador de livro sobre o livro para fazer troca e todos ficarem com um miminho do colega.
Autor do livro: Elza Mesquita
Ilustradora: Elza Mesquita e Ana Pereira
Autor do livro: Elza Mesquita
Ilustradora: Elza Mesquita e Ana Pereira
14/06/11
Todos iguais, todos diferentes
História «A felicidade das borboletas»
A história que vimos e ouvimos fala da ajuda, da amizade e do carinho que uma criança cega teve dos seus companheiros e deu-nos iniciativa para pensarmos e falarmos sobre o respeito que devemos ter por todos os seres.
Quando não nos sentimos respeitados ou quando alguém nos rejeita temos diferentes formas de reagir: ficar cabisbaixo e triste; isolar-se e chorar; dar pontapés na parede; bater aos outros; fazer vingança.
Para que todos nos possamos sentir felizes e amados devemos aprender a comunicar sem violência e ajudarmo-nos uns aos outros.
«As coisas mais belas da vida não podem ser vistas ou tocadas. Elas precisam ser sentidas com o coração» Hellen Keller
Continuando a história
Hoje depois de ler o texto «O tesouro», do livro «O Sol e os meninos dos pés frios» escrito por Matilde Rosa Araújo, continuamos a imaginar a história que falava de dois irmãos, o Joaquim e a Maria, que pensavam que havia um tespouro numa casa abandonada e decidiram espreitar...
Conseguiram entrar na casa?
Depois de entrarem o que viram?
O que era o tesouro?
O que fizeram com ele?
A Beatriz escreveu assim:
Conseguiram entrar na casa?
Depois de entrarem o que viram?
O que era o tesouro?
O que fizeram com ele?
A Beatriz escreveu assim:
Maria e Joaquim não têm medo
Maria e Joaquim ficaram cada vez mais nervosos, mas lá resolveram entrar. Nessa casa tinha muitas teias de aranha e estava muito velha.
De repente viram uma luz vindo lá do fundo e mais nervosos aproximaram-se devagarinho como um caracol. A luz levava a uma escada. Eles subiram, subiram, subiram e chegaram a uma torre muito alta onde tinha uma alavanca. Maria e Joaquim juntos puxaram a alavanca e a casa transformou-se num castelo de sonho. Os irmãos não encontraram nenhum tesouro. Desiludidos ouviram vozes e rapidamente desceram as escadas. Viram crianças não umas crianças quais queres elas tinham todas uma deficiência. Joaquim e Maria ficaram contentes por ter amigos e respeitaram-nos e aprenderam com eles muitas coisas. Esse sim foi o melhor tesouro que podiam encontrar.
O Carlos Daniel está de parabéns porque mudou de atitude e mostrou que quando trabalha é muito bom. Esperamos que ele continue assim. Ele fez o seguinte texto:
O Carlos Daniel está de parabéns porque mudou de atitude e mostrou que quando trabalha é muito bom. Esperamos que ele continue assim. Ele fez o seguinte texto:
Era uma vez numa pequena aldeia um grupo de crianças que costumavam brincar perto de uma linda lagoa. No meio dessa lagoa existia uma pequena ilha, onde tinha uma casa um pouco velha.
Todos na aldeia diziam que lá já tinha vivido um velho homem, que já há muito tempo ninguém o via. Até já havia quem dissesse que o senhor já tinha morrido, pois não viam o dia todo.
Já há muito que se dizia que a casa estava assombrada porque durante a noite ouvia-se barulhos estranhos vindo da casa. Ninguém se atrevia a chegara perto. Mas como essas crianças eram tão curiosas e atrevidas, certo dia revolveram tirar a duvida pois além de um pouco abandonada a aquela casa era lindíssima. E era um sitio perfeito para as crianças ali brincar…Assim pensaram todos.
Pediram aos pais para os ajudar a ir lá. Mas todos se negaram pois tinham medo que as crianças não saíssem de lá. As crianças não ficaram nada satisfeitas com a resposta dos adultos pois tinham muito curiosidade de conhecer o que estava para além daquelas paredes.
O tempo foi passando e as crianças não tocaram mais no assunto aos pais…
Certo dia todas as crianças reuniram-se perto da lagoa e para surpresa de todos lá estava um pequeno barco. Entraram no barco e navegaram até à casa.
Ao chegar depararam com tudo menos com o que eles diziam. Afinal o mito era tudo uma invenção pois lá estava o velhinho à espera das crianças. Tinha sido ele que tinha deixado o barco para que ela pudessem ir à casa para brincarem e dessem mais vida à sua linda ilha.
Moral da história: Nem tudo o que se ouve é!
09/06/11
Fenómenos com a luz
Na semana passada realizamos algumas experiências em que, com um espelho, provocamos a reflexão da luz. A professora fez incidir a luz no espelho, fazendo-a refletir na nossa mão. Após algum tempo a mão começou a aquecer porque o calor da luz solar incidia na nossa mão.
Também vimos o que acontece a um lápis ou outro objeto que é colocado num copo com água. Colocamos um lápis e no ponto em que o lápis tocou na água, parecia que o lápis se tinha deslocado, tinha partido. Esse fenómeno chama-se refração da luz.
Vimos como o vidro grosso da lupa pode ampliar os objetos.
Também vimos o que acontece a um lápis ou outro objeto que é colocado num copo com água. Colocamos um lápis e no ponto em que o lápis tocou na água, parecia que o lápis se tinha deslocado, tinha partido. Esse fenómeno chama-se refração da luz.
Vimos como o vidro grosso da lupa pode ampliar os objetos.
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| dispersão da luz através de um prisma |
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| desenho do Santiago |
O que fazemos no Apoio ao Estudo
Aproveitando os materiais e jogos oferecidos pelas editoras, hoje na aula de apoio ao estudo os alunos estiveram a realizar atividades lúdico pedagógicas. Aprenderam através de jogos como dominós e triminós de frações, pentaminós, composições de simetrias, tangrans, dominós de palavras...Todos os alunos estiveram envolvidos e empenhados nas tarefas.
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