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19/05/11

Visita a uma Estufa


                No dia 18 de Maio fomos, a pé, à estufa da D. Esmeralda que fica no Carregal. Uma estufa é um terreno cultivado coberto por uma armação de plástico que faz aumentar muito a temperatura. Assim podem cultivar-se plantas de verão quando ainda está frio.
                Antes de entrarmos na estufa vimos uma horta ao ar livre cultivada com diversas variedades de couves (penca, coração e galega), alfaces, coentros, salsa, etc. A D. Esmeralda destapou um bocadinho a batata (retirando um pouco de terra) para nós vermos como é pequenina quando nasce e como um pé de batateira dá origem a muitas batatas.
                Já na estufa vimos tomateiros e pimenteiros. Aprendi que o tomate e o pimento nascem verdes e depois ficam vermelhos. Também gostei de ver como os feijões, as cenouras podem ser tão grandes. Vi um nabo do tamanho de uma bola de futebol! Para além destas plantas havia na estufa alface.
                No fim a D. Esmeralda ofereceu algumas plantas como o nabo e a cebola para os meninos que quisessem levar para casa. Despedimo-nos da D. Esmeralda e voltamos para a escola a pé.
                Eu adorei esta visita porque aprendi muitas coisas.



pimenteiros




17/05/11

Visita ao Centro de Ciência Viva do Furadouro

Agradecemos à coordenadora pedagógica do Centro de Promoção Social do Furadouro pela possibilidade que deu a todas as turmas da nossa escola de podermos aprender coisas muito interessantes sobre ciência e sobre física. O avô Carlos que é o nosso amigo cientista e que tem muta paciência, mostrou-nos alguns mecanismos que ele construiu e que são úteis e facilitam o trabalho, diminuindo o esforço, no nosso dia a dia como por exemplo: alavancas, roldanas, rodas dentadas, plano inclinado, etc.
A tesoura, o quebra noz,  a mola da roupa, o abre-latas, funcionam como alavancas.


alavanca


Utilizamos roldanas na construção para transportar pesos para um sítio elevado, mas também em casa, para subir o estendedor carregado de roupa. Aprendemos que antigamente, as roldanas eram muito utilizadas para tirar água do poço.
 
Roldana ou pólia
As rodas dentadas servem para aumentar ou diminuir uma força e para alterar a velocidade de rotação. Vemos a funcionar rodas dentadas nas bicicletas e podem ser usadas várias de tamanhos diferentes. A invenção do relógio constituiu uma das importantes aplicações das rodas dentadas.


Rodas dentadas
        O registo da Carolina H. foi assim:
No dia 12 de maio fomos ao Centro de Ciência Viva  do Furadouro e vimos muitas experiências.

Desenho da Carolina Horta
A  minha preferida foi o «Sarilho» (C), uma experiência que se dava à manivela e a «Máquina», puxava um fio para cima. Também gostei duma que tinha duas esferas, tinha um caminho direito e outro torto (A). Quase todos pensavam que ia chegar primeiro a esfera que ia a direito mas enganaram-se. Aconteceu isto porque a que ia a torto tinha lanço.
         O avô Carlos só usa materiais recicláveis principalmente pedaços de madeira que iam para queimar.
         Nós gostamos muito desta visita e de todas as experiências que vimos.


        


            Carolina Horta


Aprendendo a construir diálogos...

16/05/11

Uma notícia triste

              Na última sexta feira, dia 13 de maio, os professores da escola e a professora de Tecmogias, Silvana, organizaram um workshop para mostrar aos pais o que fazemos nesta área. Ficamos muito tristes porque pouquíssimos pais estiveram presentes. De qualquer forma vamos deixar 'um cheirinho' daquilo que fizemos ao longo do ano.
Trabalhamos com diferentes mecanismos como alavancas, rodas dentadas, parafusos sem fim e aprendemos como esses mecanismos são necessários para a construção de alguns objetos: sobe e desce, vira-vento, barco à vela, etc.

A brincar também se aprende

Na sexta feira, a turma do 3.º C esteve a realizar tarefas diferenciadas por grupos. A tarefa de um dos grupos foi explorar o material «POLYDRON» para descobrir as possíveis planificações do cubo. Primeiro tiveram que refletir sobre a forma das peças que precisavam (quadrados) e sobre o número de peças necessárias para construir o sólido geométrico. Após a idealização da planificação montavam as peças para verificar se correspondia ao cubo ou não e desenhavam a planificação no caderno:

                          
   
trabalho da Flávia
Outro grupo realizou uma tarefa que consistia em reconstruir a unidade a partir da sua quarta parte, encontrando todas as situações possíveis.

Trabalho da Maria Carolina


10/05/11

Dialogar a criar e a brincar

\A professora ontem dia 9 propôs fazermos um trabalho de grupo: imaginarmos um diálogo entre uma menina, a letra A e outro personagem criado por nós. Formamos sete grupos mas os diálogos não sairam lá muito bem. Estávamos pouco inspirados... disse a professora!
Então hoje, todos juntos, melhoramos o diálogo imaginado pelo grupo da Carolina H., da Sofia Jesus e da Mariana. Ficou assim:

Era uma vez duas irmãs gémeas a caminho do primeiro dia de aulas do seu 1.º ano. Encontraram a letra A e uma das irmãs perguntou:
            — O que é isto Catarina?
            — Pergunta-lhe Raquel.
            — Olá! Sou a letra A e gosto muito de beber chá.
            — Parece-me que o teu lugar não é aqui. Que te aconteceu?
— Estávamos, eu e as minhas irmãs, numa história de um livro do Tomás. Entretanto, ele assustou-se com um monstro que comia criancinhas e atirou o livro para o chão.
— E a seguir? Conta … Desembucha…
— O Tomás não nos viu e deu-nos um grande pontapé que nos fez voar pela janela fora. Eu aterrei nas tuas trancinhas Catarina e as minhas irmãs nunca mais as vi.
— Vamos ajudar-te a encontrá-las.
Entretanto começou a chover e o A, muito aflito, pediu para procurarem rapidamente as irmãs porque se não iriam todas desaparecer.
Foram para casa das gémeas e ao pegarem no chapéu de chuva, encontraram bem abrigadinhas o I, o E, o Ó e o U.
— Já está quase na hora de entrarmos. Não nos podemos atrasar logo hoje. Eu levo o I no meu iogurte e o É no meu pé.
            — E eu levo o U nas minhas uvas e o Ó nos meus óculos.
            — E eu vou voltar para as trancinhas da Catarina.
            As cinco letras ficaram bem guardadinhas até ao dia em que todos os meninos começaram a aprender as vogais.


 

07/05/11

Visita de Estudo a Aveiro - 29 de Abril de 2011

No dia 29 de Abril eu, os meus colegas da turma e todos os outros meninos da escola, fomos a Aveiro andar de lancha, visitar o museu marítimo de Ílhavo e o navio museu Santo André.
                Primeiro fomos ao museu marítimo de Ílhavo. Aprendi que o bacalhau era pescado na Terra-Nova situada no Canadá. A viagem demorava duas semanas. Eles levavam comida para muito tempo. Iam na primavera e voltavam no outono. Eles pescavam em barcos pequenos chamados “doris” .Os pescadores iam  para o mar no inicio do dia e só voltavam ao navio de noite. Costumavam levar peixe frito para a sua alimentação.
                 A seguir fomos andar de lancha na Ria de Aveiro. Foi fantástico. Fomos à parte de cima do barco ver a ria. Eu vi tainhas.
                 Da parte da tarde fomos ao museu navio Santo André. Vimos a cozinha, os quartos, as máquinas, o lugar onde estava a roda do leme. A máquina mais interessante chamava-se sonda e era utilizada para localizar grandes cardumes. As redes eram uma espécie de saco que tinha um peso numa ponta e um objeto que boiava noutra.  As redes estavam presas a um cabo de aço muito forte que era capaz de pegar na nossa turma toda ao mesmo tempo. Vimos o local onde se salgava o bacalhau. O barco trabalhou tanto tempo que as paredes absorveram o sal.          
                 Eu gostei muito desta visita principalmente do navio museu Santo André. 
                                                                       Carolina Horta

Explorando números racionais não negativos

Tarefa 1- Para o lanche, 4 amigos vão repartir igualmente entre si 3 tartes.
Que parte vai comer cada criança.  A partir do desenho feito no quadro e no caderno, cada aluno tentou encontrar a sua estratégia para dividir as 3 tartes igualmente pelos 4 amigos.








Tarefa 2 - Como dividir 3 chocolates por 5 amigos

desenho da Flávia


Tarefa 3 - Como dividir 6 chocolates por 10 amigos

Estratégia da Mariana e do Fábio para dividir 6 chocolates por 10 amigos


desenho da Carol. Horta


Estratégia da Sofia E.

desenho do Filipe

Estratégia da Mariana para dividir 6 chocolates por 10 amigos

Desenho da Beatriz







02/05/11

A metade

Hoje estivemos a descobrir diferentes maneiras de representar a metade.

28/04/11

Dia da mãe

Hoje a  turma construiu coletivamente um poema para as mães.
Pensaram em tudo o que a mãe faz por eles e surgiu um poema assim:
Como poderei não amar-te Mãe se…
Foste tu que me fizeste nascer
És tu que me das carinho e amor
És tu que me ajudas sempre que eu preciso
És tu que me compras coisas que eu gosto
És tu que me apoias nos momentos difíceis
És tu que me acompanhas na minha vida
És tu que me fazes ter esperança e acreditar em mim
És tu que me pões feliz
És tu que me proteges  com mil cuidados
És tu que tratas de mim quando estou doente
És tu que me compreendes
És tu que me encorajas a fazer as tarefas complicadas
És tu que cozinhas os meus pratos preferidos.
Por isto tudo o meu amor por ti não se pode pesar nem medir.
Amo-te eternamente.