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16/02/11

Acróstico sobre AMOR

Flávia:
Amor é amar alguém .
Memorizar no coração de quem gostamos.
O coração bate forte  quando te vejo. 
Relembrar os momentos  que  passamos juntos.
Tiago:
Amor eu adoro-te
Mar com muita beleza
O amor é bonito
Radiante de beijos.
Fernando:
Amar alguém
Manter a paixão de  uma pessoa
Orientar uma criança com carinho
Rejeitar não é mostrar amor
Vitor:
Amar é ter felicidade
Mãe és fabulosa
Otimismo com os colegas
Reencontro com o nosso amor.
Gonçalo J.  :
Amar a família
Mãe e pai orgulhosos
Opinião que dou aos pais
Respeitar pessoas.
Carolina H. :
Amar é ter felicidade
Mas não é para brigar
O amor está no ar
Rezamos para o amor não acabar.

Beatriz :
Amizade das pessoas
Mãe e pai amigos
Optimismo dos filhos
Raios de sol e amor.
João :
Amar a mãe
Mãe  querida
O pai adora-me
Reunir uma família.
Santiago :
Amizade da turma até ao fim
Mais  forte ainda o amor
O amor é mais forte do que tudo
Raios de amor que caem suavemente.
Sofia E. :
Amar a família
Mais do que carinho
O amor está no coração
Rápido como o anjinho.
Ruben :
Amor é amar alguém
Memórias quando penso em ti
O coração bate forte quando te vejo
Rejeitar não é mostrar amor.
Tomás:
Amor sinto pela minha família
Maravilhosos são os olhos da minha mãe
Os nossos pais são queridos
Romantico é ver os meus avós amarem-se.
Luís H
Amizade entre pais e filhos
Mimos saborosos da família
Otimismo pelos nossos amigos
Reencontro do nosso amor

14/02/11

As aves migratórias da Ria de Aveiro

Adivinha o quanto gosto de ti - André Sardet

Usando a comunicação na descoberta de estratégias de contagem

No dia 11 de Fevereiro os alunos participaram numa tarefa do manual de matemática, da página 65, para desenvolver competências relacionadas com o raciocínio e a comunicação.
Competências:
Ø      Explicar ideias e processos oralmente e por escrito
Ø      Interpretar informação e ideias matemáticas representadas de diversas formas
 Inicialmente para contagem das janelas de um prédio, eram apresentadas três estratégias diferentes. No exercício 3 era proposto que os alunos encontrassem a melhor estratégia para contar os lugares de uma sala de cinema, sendo necessário explicitar por escrito o processo utilizado.
Sofia Escudeiro
Fábio
Santiago

Maria Carolina


12/02/11

O Segredo do bosque - produção escrita a partir do mapa da história



História do livro «O Segredo do bosque» recontada pelo João Pedro e Santiago
Autor: Javier Sobrino
Ilustradora: Helena Odriozola
Era uma vez um esquilo que morava num carvalho, num bosque.
Certo dia o esquilo viu um bicho diferente. Ele era encantador, amável e tinha uma voz agradável.
O esquilo nunca mais deixou de pensar nele. Sentia algo esquisito e foi ter com o raposo que, depois de o ouvir, perguntou:
— Sentes cócegas no nariz? Então vou dar-te um conselho: dá-lhe um ramo de lírios…
— Um ramo de lírios? Que ideia curiosa.
De volta à sua toca, encontrou o mocho que lhe perguntou:
— Sentes os olhos nublados? Vou dar-te um conselho: diz-lhe que gostas dela contemplando a lua…
— Contemplando a lua? Que ideia mais estranha.
Continuando o seu caminho encontrou o lobo que lhe perguntou:
— Ficas sem voz? Vou dar-te um conselho: canta-lhe uma canção uivando…
— Que ideia bizarra!
Entretanto encontra o urso que lhe disse:
— Sentes o estômago duro como uma pedra, amigo esquilo? Diz-lhe que gostas dela e dá-lhe mel para a merenda…
— Que ideia tão extravagante.
Por fim encontrou o rato dos pomares que lhe disse:
— Ficas arrepiado? Então vou dar-te um conselho: Diz-lhe e faz-lhe uma cama macia.
— Que ideia tão insólita.
O esquilo ia a pensar nos conselhos dos amigos e chegou ao Lago das Lontras. Foi aí que viu a sua amiga e sentiu tudo o que os seus amigos lhe tinham dito mas não conseguiu seguir nenhum conselho porque… não havia  lírios, era cedo para contemplar a lua, não sabia uivar, não podia buscar mel porque tinha medo das abelhas e não podia fazer a cama fofa porque as folhas estavam molhadas. Tapou a cara com a ponta da cauda e o pica-pau disse:
— Se não me queres ver vou-me embora.
Mas o esquilo disse:
— Espera! É que estou…
Mas o vento levou-lhe as palavras e ele corou.
O Pica-pau aproximou-se, retirou a cauda que tapava a cara do esquilo e convidou-o para ir apanhar morangos…

Carlos Daniel
Carolina H.
Inês



Sofia E.
 

Tomás
 


11/02/11

Poema criado pelo Tiago após leitura do livro «O aquário»


Beatriz
Era uma vez um aquário

Aquário cheio de peixes
Peixes de várias cores
Cores como o vermelho e os azuis
Azuis que invejavam o vermelho
Vermelho triste e só
Só e com fome
Fome que o deixava magro

 João

Magro e faminto
Faminto quando conheceu o negro
Negro que dele tornou-se amigo
Amigo que um dia ficou doente
Doente que também deixou os azuis
Inês
Azuis culparam o peixe negro
Negro e azuis ajudados pelo vermelho
Vermelho deu enormes saltos
Saltos vistos pelo menino
Menino chamou o pai
Pai mudou a água do aquário
Aquário de água transparente
Transparente e brilhante

Gonçalo José
Brilhante com as escamas dos peixes

Peixes que agora juntos brincavam
Brincavam porque tornaram-se amigos.

10/02/11

Visita de Estudo à Estação Litoral da Aguda

Na sexta – feira, dia 28 de Janeiro de 2011, nós, alunos do terceiro ano, fomos  fazer uma visita de estudo á Estação Litoral da Aguda ( ELA ) . Também nos acompanhou a mãe da Eva e a assistente operacional D. Celeste. Nesta visita de estudo utilizamos como meio de transporte o autocarro da C. M .O .
Quando chegámos ficamos pasmados com o Museu da Pesca porque tinha enormes e variadas colecções ligadas ao mar e á pesca : canas, iscos, arpões ,fisgas e anzóis ; redes, diversos utensílios para capturar diferentes espécies de seres marinhos; miniaturas de embarcações da Aguda; agulhas para consertar as redes, armadilhas e muitos apetrechos de pesca
Também vimos corais extraordinários, trazidos das Caraíbas e de outros locais; conchas e búzios de diferentes tamanhos, cápsulas de ovos de raia e diversos cruatáceos: lavagantes, caranguejos, sapateiras e lagostins. Havia um quadro muito curioso porque tinha as mudas do exoesqueleto do lavagante (Homarus Gamarus).
            Entrámos no espaço da exposição dos aquários e o senhor Pedro explicou-nos que haviam aquários de água salgada e de água doce. De um aquário para o seguinte a profundidade aumentava 5 m.
No aquário 1 (poças de maré) habitam o camarão, a ranhosa, a tainha e as anémonas.
No aquário 2 (10 m de profundidade) habita o sargo e a barroeira. A barroeira é uma construção feita por uma minhoca que segrega uma baba que serve para fazer uns tubos de areia. Aprendemos que não devemos destruí-la porque 143 espécies de seres vivos dependem da barroeira.
            No aquário 9 a 35 m de profundidade habita o polvo que é considerado um animal muito inteligente e a tartaruga vive a 40 m de profundidade.
A visita foi muito interessante porque vimos coisas espetaculares e deixou-nos água na boca para irmos lá com os nossos pais.