Follow by Email

12/02/11

O Segredo do bosque - produção escrita a partir do mapa da história



História do livro «O Segredo do bosque» recontada pelo João Pedro e Santiago
Autor: Javier Sobrino
Ilustradora: Helena Odriozola
Era uma vez um esquilo que morava num carvalho, num bosque.
Certo dia o esquilo viu um bicho diferente. Ele era encantador, amável e tinha uma voz agradável.
O esquilo nunca mais deixou de pensar nele. Sentia algo esquisito e foi ter com o raposo que, depois de o ouvir, perguntou:
— Sentes cócegas no nariz? Então vou dar-te um conselho: dá-lhe um ramo de lírios…
— Um ramo de lírios? Que ideia curiosa.
De volta à sua toca, encontrou o mocho que lhe perguntou:
— Sentes os olhos nublados? Vou dar-te um conselho: diz-lhe que gostas dela contemplando a lua…
— Contemplando a lua? Que ideia mais estranha.
Continuando o seu caminho encontrou o lobo que lhe perguntou:
— Ficas sem voz? Vou dar-te um conselho: canta-lhe uma canção uivando…
— Que ideia bizarra!
Entretanto encontra o urso que lhe disse:
— Sentes o estômago duro como uma pedra, amigo esquilo? Diz-lhe que gostas dela e dá-lhe mel para a merenda…
— Que ideia tão extravagante.
Por fim encontrou o rato dos pomares que lhe disse:
— Ficas arrepiado? Então vou dar-te um conselho: Diz-lhe e faz-lhe uma cama macia.
— Que ideia tão insólita.
O esquilo ia a pensar nos conselhos dos amigos e chegou ao Lago das Lontras. Foi aí que viu a sua amiga e sentiu tudo o que os seus amigos lhe tinham dito mas não conseguiu seguir nenhum conselho porque… não havia  lírios, era cedo para contemplar a lua, não sabia uivar, não podia buscar mel porque tinha medo das abelhas e não podia fazer a cama fofa porque as folhas estavam molhadas. Tapou a cara com a ponta da cauda e o pica-pau disse:
— Se não me queres ver vou-me embora.
Mas o esquilo disse:
— Espera! É que estou…
Mas o vento levou-lhe as palavras e ele corou.
O Pica-pau aproximou-se, retirou a cauda que tapava a cara do esquilo e convidou-o para ir apanhar morangos…

Carlos Daniel
Carolina H.
Inês



Sofia E.
 

Tomás
 


11/02/11

Poema criado pelo Tiago após leitura do livro «O aquário»


Beatriz
Era uma vez um aquário

Aquário cheio de peixes
Peixes de várias cores
Cores como o vermelho e os azuis
Azuis que invejavam o vermelho
Vermelho triste e só
Só e com fome
Fome que o deixava magro

 João

Magro e faminto
Faminto quando conheceu o negro
Negro que dele tornou-se amigo
Amigo que um dia ficou doente
Doente que também deixou os azuis
Inês
Azuis culparam o peixe negro
Negro e azuis ajudados pelo vermelho
Vermelho deu enormes saltos
Saltos vistos pelo menino
Menino chamou o pai
Pai mudou a água do aquário
Aquário de água transparente
Transparente e brilhante

Gonçalo José
Brilhante com as escamas dos peixes

Peixes que agora juntos brincavam
Brincavam porque tornaram-se amigos.

10/02/11

Visita de Estudo à Estação Litoral da Aguda

Na sexta – feira, dia 28 de Janeiro de 2011, nós, alunos do terceiro ano, fomos  fazer uma visita de estudo á Estação Litoral da Aguda ( ELA ) . Também nos acompanhou a mãe da Eva e a assistente operacional D. Celeste. Nesta visita de estudo utilizamos como meio de transporte o autocarro da C. M .O .
Quando chegámos ficamos pasmados com o Museu da Pesca porque tinha enormes e variadas colecções ligadas ao mar e á pesca : canas, iscos, arpões ,fisgas e anzóis ; redes, diversos utensílios para capturar diferentes espécies de seres marinhos; miniaturas de embarcações da Aguda; agulhas para consertar as redes, armadilhas e muitos apetrechos de pesca
Também vimos corais extraordinários, trazidos das Caraíbas e de outros locais; conchas e búzios de diferentes tamanhos, cápsulas de ovos de raia e diversos cruatáceos: lavagantes, caranguejos, sapateiras e lagostins. Havia um quadro muito curioso porque tinha as mudas do exoesqueleto do lavagante (Homarus Gamarus).
            Entrámos no espaço da exposição dos aquários e o senhor Pedro explicou-nos que haviam aquários de água salgada e de água doce. De um aquário para o seguinte a profundidade aumentava 5 m.
No aquário 1 (poças de maré) habitam o camarão, a ranhosa, a tainha e as anémonas.
No aquário 2 (10 m de profundidade) habita o sargo e a barroeira. A barroeira é uma construção feita por uma minhoca que segrega uma baba que serve para fazer uns tubos de areia. Aprendemos que não devemos destruí-la porque 143 espécies de seres vivos dependem da barroeira.
            No aquário 9 a 35 m de profundidade habita o polvo que é considerado um animal muito inteligente e a tartaruga vive a 40 m de profundidade.
A visita foi muito interessante porque vimos coisas espetaculares e deixou-nos água na boca para irmos lá com os nossos pais.

31/01/11

De um puzzle de palavras à criação de um poema em grupo

Vês o mar e dizes barco,
Vês o sol e dizes sede,
Olhas a lua num charco,
Vês um peixe numa rede.
Vês a noite e dizes sono,
Vês a luz e faz-se dia,
Claridade que chega
     Com um fio de melodia     
                                                                                                                 «Palavras» José Jorge Letria

Grupo 1. Beatriz, Carlos Daniel, e Flávia e João Pedro

Numa noite de sono
Olhas a lua e o mar
Dizes que barco chega num charco
Vês um fio com um peixe
Faz-se dia e vês o sol
Vês a melodia
Vês a lua e dizes sede
Vês claridade dizes rede

Grupo 2: Tiago Mariana, Fábio e Carolina H
        
Vês um peixe num barco
E faz-se um charco
Vês claridade numa rede
Olhas a lua chega a sede
Dizes que vês a melodia
Com o sol vês o mar, de dia
E vês a lua e noite
E dizes sono.


Grupo 3: Eva, Santiago, Gonçalo P e Filipe

Chega o barco ao mar
Numa melodia
Vês com claridade
De noite olhas, dia
Faz-se a lua num charco
E dizes que vês a sede
Vês sono e dizes lua
Vês um peixe e um fio
Vês sol e dizes rede.


Grupo 5: Vitor, Sofia, Henrique, Gonçalo J e Franclim

Chega numa noite um barco
Vês a lua num charco
E dizes que um dia
O sol faz-se com claridade
Vês o peixe e dizes a rede
Vês fio de sono e sede
E vês mar e olhas
Vês a lua
Dizes, que melodia!

Grupo 4: Tomás, Sofia, Maria Carolina e Inês

Olhas a claridade
Num dia vês o sol
Numa noite de lua chega um sono
Vês o mar e faz-se a sede
E dizes fio
Vês barco e dizes
Rede com um peixe
Vês charco, vês a lua
E dizes
Que melodia!

Se queres o ambiente melhorar a tua atitude tem de mudar

27/01/11

Poemas - «Palavra puxa palavra» sobre o mar

Era uma vez o mar
Mar muito cristalino
Cristalino que reflecte o sol
Sol mesmo quentinho
Quentinho como uma manta
Manta fofinha
Fofinha como um peluche
Peluche de algodão era
Era uma vez o mar.

Carolina Horta

Era uma vez o mar
Mar frio
Frio como o gelo
Gelo que é o mar
Mar calmo
Calmo como uma onda
Onda gigante
Gigante e cheia de conchas
Conchas e pedras
Pedras para a minha coleção
Coleção que eu faço
Faço com amor
Amor que eu tenho pelo mar.
Maria Carolina



Era uma vez o mar
Mar de águas cristalinas
Cristalinas e frias
Frias como as noites de Inverno
Inverno que está a acabar
Acabar a paciência
Paciência para aturar
Aturar o lixo que tem na praia
Praia de areias finas e lisas
Lisas como folhas de papel
Papel para fazer arte
Arte é o fundo dos mares
Mares maravilhosos
Maravilhosos são os búzios
Búzios e pedras
Pedras de várias cores
Cores diferentes do nosso mar
Mar onde nadam pessoas
Pessoas que poluem o mar
Mar cheio de segredos
Segredos que os búzios contam
Contam os avós longas histórias
Histórias verídicas
Verídicas do mar e da terra
Terra em que nós vivemos
Vivemos cada dia cheio de surpresas
Surpresas que o mar nos traz
Trás algas, búzios e corais
Corais de várias cores
Cores que têm cavalos-marinhos
Cavalos-marinhos que se escondem
Escondem dos inimigos
Inimigos como a barracuda
Barracuda que come cavalos-marinhos
Cavalos-marinhos de várias cores e um preto
Preto reluzente que tinha o nome Tição
Tição que nadava no mar
Mar super espetacular.

Beatriz Silva Barbas

Era uma vez o mar
Mar belíssimo
Belíssimo é o Sol
Sol amarelo
Amarelo é o ouro
Ouro brilhante
Brilhantes são as estrelas
Estrelas são astros
Astros fixes
Fixes como os planetas
Planetas como Mercúrio
Mercúrio, Vénus
Vénus, Terra
Terra, Marte
Marte, Júpiter
Júpiter, Saturno
Saturno, Urano
Urano, Neptuno
Neptuno que gira
Gira à volta do Sol
Sol que bate nos corpos
Corpos deitados no areal
Areal que guarda segredos
Segredos da Terra e do Mar.

Tomás Machado