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27/01/11

Poemas - «Palavra puxa palavra» sobre o mar

Era uma vez o mar
Mar muito cristalino
Cristalino que reflecte o sol
Sol mesmo quentinho
Quentinho como uma manta
Manta fofinha
Fofinha como um peluche
Peluche de algodão era
Era uma vez o mar.

Carolina Horta

Era uma vez o mar
Mar frio
Frio como o gelo
Gelo que é o mar
Mar calmo
Calmo como uma onda
Onda gigante
Gigante e cheia de conchas
Conchas e pedras
Pedras para a minha coleção
Coleção que eu faço
Faço com amor
Amor que eu tenho pelo mar.
Maria Carolina



Era uma vez o mar
Mar de águas cristalinas
Cristalinas e frias
Frias como as noites de Inverno
Inverno que está a acabar
Acabar a paciência
Paciência para aturar
Aturar o lixo que tem na praia
Praia de areias finas e lisas
Lisas como folhas de papel
Papel para fazer arte
Arte é o fundo dos mares
Mares maravilhosos
Maravilhosos são os búzios
Búzios e pedras
Pedras de várias cores
Cores diferentes do nosso mar
Mar onde nadam pessoas
Pessoas que poluem o mar
Mar cheio de segredos
Segredos que os búzios contam
Contam os avós longas histórias
Histórias verídicas
Verídicas do mar e da terra
Terra em que nós vivemos
Vivemos cada dia cheio de surpresas
Surpresas que o mar nos traz
Trás algas, búzios e corais
Corais de várias cores
Cores que têm cavalos-marinhos
Cavalos-marinhos que se escondem
Escondem dos inimigos
Inimigos como a barracuda
Barracuda que come cavalos-marinhos
Cavalos-marinhos de várias cores e um preto
Preto reluzente que tinha o nome Tição
Tição que nadava no mar
Mar super espetacular.

Beatriz Silva Barbas

Era uma vez o mar
Mar belíssimo
Belíssimo é o Sol
Sol amarelo
Amarelo é o ouro
Ouro brilhante
Brilhantes são as estrelas
Estrelas são astros
Astros fixes
Fixes como os planetas
Planetas como Mercúrio
Mercúrio, Vénus
Vénus, Terra
Terra, Marte
Marte, Júpiter
Júpiter, Saturno
Saturno, Urano
Urano, Neptuno
Neptuno que gira
Gira à volta do Sol
Sol que bate nos corpos
Corpos deitados no areal
Areal que guarda segredos
Segredos da Terra e do Mar.

Tomás Machado

12/01/11

A dança da borboleta- criação livre

A manta

Escutámos a história do livro «A coragem de Tição», escrito por Luís Represas. Este livro fala sobre a coragem de um cavalo-marinho que se meteu em alhadas. Em grupos fizemos pesquisas sobre alguns seres vivos marinhos referidos na história. O nosso grupo escolheu a manta.
O que nós ficamos a saber a manta foi que ela tem muitos nomes que são: jamanta, manta, maroma (nos Açores), morcego-do-mar, peixe -diabo ou raia diabo. São da espécie de peixes cartilaginosos (chondrichthyes), da família Myleobathidae e a maior espécie actual de raias. Encontra-se nas regiões tropicais de todos os oceanos tipicamente perto de recifes de coral.
A manta tem o corpo em forma de losango e uma cauda longa sem espinho e pode atingir 8 metros de envergadura e mais de 2 toneladas. Ocasionalmente podem aproximar-se de um barco ou de um mergulhador e podem executar outros voos fora de água. Tem a maior taxa de volume de cérebro em relação ao do corpo de todos os tubarões e raias.  
Elementos do grupo: Maria Carolina, Sofia Escudeiro, Tiago, Luís Henrique, João e Sofia Gomes

A barracuda

Escutámos a história do livro «A coragem de Tição» que fala sobre a coragem de um cavalo-marinho que se meteu em alhadas. Em grupos fizemos pesquisas sobre alguns seres vivos marinhos referidos na história.
O que nós sabiamos sobre a Barracuda:
A Barracuda é longa e fina e que tem dentes tortos e afiados a sair da cachola.

                                            

                                            O que ficamos a saber sobre a Barracuda:


É da família Sphyraenidae, do género Sphyraena

            O nome «Barracuda» é o nome geral dado aos perciformes. As barracudas são peixes alongados e finos. Têm 2 barbatanas dorsais (nas costas) bem separadas uma da outra. Podem alcançar quase 2 metros.

            As Barracudas podem viver isoladas mas também podem viver em cardumes numerosos. São predadores muito vorazes que atacam em emboscadas  e contam com a sua rapidez  para dominar as presas, mas não são muito perigosos para o homem.
            A sua carne é considerada tóxica.    

Bibliografia – http : // pt.wikipedia. org/ wiki/ Barracuda.

Trabalho elaborado com a contribuição dos grupos:
Elementos do grupo1: Vitor, Franclim e Carolina H.
Elementos do grupo 2: Eva e Mariana
  

11/01/11

O que aprendi sobre o cavalo-marinho e os recifes de coral

Escutámos a história do livro «A coragem de Tição» que fala sobre a coragem de um cavalo-marinho que se meteu em alhadas. Em grupos fizemos pesquisas sobre alguns seres vivos marinhos referidos na história. Eu escolhi o cavalo-marinho.

O que eu sabia sobre o cavalo-marinho

Existem cavalos-marinhos de várias cores.
Os cavalos-marinhos conseguem viver entre 8 a 45 m de profundidade.
Conseguem imitar o que estiver ao lado deles quando estão em perigo.
Os cavalos-marinhos comem algas.

O que fiquei a saber sobre o cavalo-marinho


Habitat: Águas pouco profundas, particularmente nas regiões tropicais.
Distribuição: Praticamente em todos os oceanos.
Nome científico: Hippocampus.
Família: Syngnathidae

Possui uma cabeça alongada com filamentos que lembram a crina de um cavalo. Tem características de camaleão como mudar de cor e mexer os olhos independentemente um do outro.
Nadam com o corpo na vertical. Para  deslocar-se desenrola a cauda,dobra o corpo e agita as barbatanas das costas porque de resto esta sempre colado às plantas marinhas.
Na altura do acasalamento o macho e a femea dançam roçando com barriga um no outro.
A boca encontra-se na extremidade do focinho.
A cauda longa permite que ele se agarre às plantas, enquanto se alimenta de pequenos crustáceos, de moluscos, vermes e plâncton.
A sua capacidade de mergulhar rapidamente, deve-se ao facto de possuir grandes bexigas de ar, dentro do corpo.
                                                                       Gonçalo J, Nuno e Beatriz, Gonçalo Pinho e Carlos Daniel
                                                                              
                                              
 O coral
O que fiquei a saber:
              Os corais constituem colónias coloridas e de formas espantosas que crescem nos mares e podem formar recifes de grandes dimensões que albergam um ecossistema com uma biodiversidade e produtividade extraordinárias. Os recifes de coral abrigam cerca de 25% do total das espécies marinhas, incluindo 5000 espécies de peixes e 1000 espécies de corais. Estes recifes são, de facto, um ecossistema, onde coabitam variadíssimas espécies de peixes, crustáceos, moluscos, vermes, etc.                  
            O maior recife de coral vivo encontra-se na Grande Barreira de Coral, na costa da Queensland, Austrália. A maioria dos corais desenvolve-se em águas tropicais e subtropicais, mas podem encontrar-se pequenas colónias de coral em águas frias, como ao largo da Noruega. Porém, devido á poluição e ao aquecimento marinho estão a morrer.
                                                                                                                Flávia, Inês e Daniel

18/12/10

produto trabalhos grupo - Reconstrução do poema «Loas ao menino» de Alexandre Parafita - 15/12/2010

Menino Jesus
Que estás no altar
Não tenho presentes
nem  escova de dentes.

Não tenho palácios
Não tenho anjinhos
Nem passarinhos
Que me dêem carinhos.

Não tenho tesouros
Nem disso ilusões !...
Sou pobre nos sonhos
E nas emoções.

Não tenho riquezas
Nem compras de feira
Só tenho o que cabe
Ali, naquela eira.

Tenho um piãozinho
Mais uma baraça
P’ro fazer girar
Por onde a gente passa.

Tenho dois berlindes
Um verde e um lilás
E a jogar com eles
Tenho sempre gás.

Ah, que bom seria
Poderes aprender
Eu ser o teu mestre
Estar-te sempre a ver.

Menino Jesus
Que estás no altar
E tudo o que tenho
Para te ver ganhar.

E nada mais levo
Por mais que eu queira
Pois é pequenina
A minha lancheira.