25/01/11
23/01/11
15/01/11
À descoberta dos astros. Queres saber mais?...
12/01/11
A dança da borboleta- criação livre
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criado pela Eva
A manta
Escutámos a história do livro «A coragem de Tição», escrito por Luís Represas. Este livro fala sobre a coragem de um cavalo-marinho que se meteu em alhadas. Em grupos fizemos pesquisas sobre alguns seres vivos marinhos referidos na história. O nosso grupo escolheu a manta.
O que nós ficamos a saber a manta foi que ela tem muitos nomes que são: jamanta, manta, maroma (nos Açores), morcego-do-mar, peixe -diabo ou raia diabo. São da espécie de peixes cartilaginosos (chondrichthyes), da família Myleobathidae e a maior espécie actual de raias. Encontra-se nas regiões tropicais de todos os oceanos tipicamente perto de recifes de coral.
A manta tem o corpo em forma de losango e uma cauda longa sem espinho e pode atingir 8 metros de envergadura e mais de 2 toneladas . Ocasionalmente podem aproximar-se de um barco ou de um mergulhador e podem executar outros voos fora de água. Tem a maior taxa de volume de cérebro em relação ao do corpo de todos os tubarões e raias.
Elementos do grupo: Maria Carolina, Sofia Escudeiro, Tiago, Luís Henrique, João e Sofia Gomes
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Projeto- O mar
A barracuda
Escutámos a história do livro «A coragem de Tição» que fala sobre a coragem de um cavalo-marinho que se meteu em alhadas. Em grupos fizemos pesquisas sobre alguns seres vivos marinhos referidos na história.
O que nós sabiamos sobre a Barracuda:
A Barracuda é longa e fina e que tem dentes tortos e afiados a sair da cachola.
O que ficamos a saber sobre a Barracuda:
É da família Sphyraenidae, do género Sphyraena
O nome «Barracuda» é o nome geral dado aos perciformes. As barracudas são peixes alongados e finos. Têm 2 barbatanas dorsais (nas costas) bem separadas uma da outra. Podem alcançar quase 2 metros .
As Barracudas podem viver isoladas mas também podem viver em cardumes numerosos. São predadores muito vorazes que atacam em emboscadas e contam com a sua rapidez para dominar as presas, mas não são muito perigosos para o homem.
A sua carne é considerada tóxica.
Bibliografia – http : // pt.wikipedia. org/ wiki/ Barracuda.
Trabalho elaborado com a contribuição dos grupos:
Elementos do grupo1: Vitor, Franclim e Carolina H.
Elementos do grupo 2: Eva e Mariana
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Projeto- O mar
11/01/11
O que aprendi sobre o cavalo-marinho e os recifes de coral
Escutámos a história do livro «A coragem de Tição» que fala sobre a coragem de um cavalo-marinho que se meteu em alhadas. Em grupos fizemos pesquisas sobre alguns seres vivos marinhos referidos na história. Eu escolhi o cavalo-marinho.
O que eu sabia sobre o cavalo-marinho
O que eu sabia sobre o cavalo-marinho
Existem cavalos-marinhos de várias cores.
Os cavalos-marinhos conseguem viver entre 8 a 45 m de profundidade.
Conseguem imitar o que estiver ao lado deles quando estão em perigo.
Os cavalos-marinhos comem algas.
O que fiquei a saber sobre o cavalo-marinho
Habitat: Águas pouco profundas, particularmente nas regiões tropicais.
Nome científico: Hippocampus.
Família: Syngnathidae
Possui uma cabeça alongada com filamentos que lembram a crina de um cavalo. Tem características de camaleão como mudar de cor e mexer os olhos independentemente um do outro.
Nadam com o corpo na vertical. Para deslocar-se desenrola a cauda,dobra o corpo e agita as barbatanas das costas porque de resto esta sempre colado às plantas marinhas.
Na altura do acasalamento o macho e a femea dançam roçando com barriga um no outro.
A boca encontra-se na extremidade do focinho.
Na altura do acasalamento o macho e a femea dançam roçando com barriga um no outro.
A boca encontra-se na extremidade do focinho.
A cauda longa permite que ele se agarre às plantas, enquanto se alimenta de pequenos crustáceos, de moluscos, vermes e plâncton.
A sua capacidade de mergulhar rapidamente, deve-se ao facto de possuir grandes bexigas de ar, dentro do corpo.
Gonçalo J, Nuno e Beatriz, Gonçalo Pinho e Carlos Daniel
Gonçalo J, Nuno e Beatriz, Gonçalo Pinho e Carlos Daniel
O coral
O que fiquei a saber:
Os corais constituem colónias coloridas e de formas espantosas que crescem nos mares e podem formar recifes de grandes dimensões que albergam um ecossistema com uma biodiversidade e produtividade extraordinárias. Os recifes de coral abrigam cerca de 25% do total das espécies marinhas, incluindo 5000 espécies de peixes e 1000 espécies de corais. Estes recifes são, de facto, um ecossistema, onde coabitam variadíssimas espécies de peixes, crustáceos, moluscos, vermes, etc.
O maior recife de coral vivo encontra-se na Grande Barreira de Coral, na costa da Queensland, Austrália. A maioria dos corais desenvolve-se em águas tropicais e subtropicais, mas podem encontrar-se pequenas colónias de coral em águas frias, como ao largo da Noruega. Porém, devido á poluição e ao aquecimento marinho estão a morrer.
Flávia, Inês e Daniel
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Projeto- O mar
23/12/10
Dicas para uma Ceia de Natal saudável sem perder a tradição
18/12/10
produto trabalhos grupo - Reconstrução do poema «Loas ao menino» de Alexandre Parafita - 15/12/2010
Menino Jesus
Que estás no altar
Não tenho presentes
nem escova de dentes.
Não tenho palácios
Não tenho anjinhos
Nem passarinhos
Que me dêem carinhos.
Não tenho tesouros
Nem disso ilusões !...
Sou pobre nos sonhos
E nas emoções.
Não tenho riquezas
Nem compras de feira
Só tenho o que cabe
Ali, naquela eira.
Tenho um piãozinho
Mais uma baraça
P’ro fazer girar
Por onde a gente passa.
Tenho dois berlindes
Um verde e um lilás
E a jogar com eles
Tenho sempre gás.
Ah, que bom seria
Poderes aprender
Eu ser o teu mestre
Estar-te sempre a ver.
Menino Jesus
Que estás no altar
E tudo o que tenho
Para te ver ganhar.
E nada mais levo
Por mais que eu queira
Pois é pequenina
A minha lancheira.
16/12/10
Reconstrução coletiva do poema «Natal de um pastorinho» de Alexandre Parafita
Pela serra acima
Vai o pastorinho
Leva o seu bornal
E o seu carneirinho.
Batendo os tamancos
Lá vai pela manhã
Vestido de croça
Feita de lã.
As ovelhas mansas
Seguem a seu lado
P ‘ra lidar com elas
É preciso ter cuidado.
Fala-lhes mansinho:
“Meninas, correr”
E elas tratam logo
De começar logo a fazer.
Porém uma delas
Não aguentou mais
Deitou-se p’ro lado
Ficou à espera dos pais.
E logo o pequeno
De tão perspicaz
Deu p’la falta dela
E voltou-se para trás.
Andou meia légua
Achou-a deitada
Ia dar à luz
A linda ovelha mimada.
E o pastorinho
Lá fez de parteiro
Tomando nas mãos
O seu lindo cordeiro.
E ao chegar a casa
Lá pela tardinha
Com mais um no rol…
O bom pastorinho
Aumentou o encanto
Daquele pôr-de-sol!
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