Follow by Email

11/01/11

O que aprendi sobre o cavalo-marinho e os recifes de coral

Escutámos a história do livro «A coragem de Tição» que fala sobre a coragem de um cavalo-marinho que se meteu em alhadas. Em grupos fizemos pesquisas sobre alguns seres vivos marinhos referidos na história. Eu escolhi o cavalo-marinho.

O que eu sabia sobre o cavalo-marinho

Existem cavalos-marinhos de várias cores.
Os cavalos-marinhos conseguem viver entre 8 a 45 m de profundidade.
Conseguem imitar o que estiver ao lado deles quando estão em perigo.
Os cavalos-marinhos comem algas.

O que fiquei a saber sobre o cavalo-marinho


Habitat: Águas pouco profundas, particularmente nas regiões tropicais.
Distribuição: Praticamente em todos os oceanos.
Nome científico: Hippocampus.
Família: Syngnathidae

Possui uma cabeça alongada com filamentos que lembram a crina de um cavalo. Tem características de camaleão como mudar de cor e mexer os olhos independentemente um do outro.
Nadam com o corpo na vertical. Para  deslocar-se desenrola a cauda,dobra o corpo e agita as barbatanas das costas porque de resto esta sempre colado às plantas marinhas.
Na altura do acasalamento o macho e a femea dançam roçando com barriga um no outro.
A boca encontra-se na extremidade do focinho.
A cauda longa permite que ele se agarre às plantas, enquanto se alimenta de pequenos crustáceos, de moluscos, vermes e plâncton.
A sua capacidade de mergulhar rapidamente, deve-se ao facto de possuir grandes bexigas de ar, dentro do corpo.
                                                                       Gonçalo J, Nuno e Beatriz, Gonçalo Pinho e Carlos Daniel
                                                                              
                                              
 O coral
O que fiquei a saber:
              Os corais constituem colónias coloridas e de formas espantosas que crescem nos mares e podem formar recifes de grandes dimensões que albergam um ecossistema com uma biodiversidade e produtividade extraordinárias. Os recifes de coral abrigam cerca de 25% do total das espécies marinhas, incluindo 5000 espécies de peixes e 1000 espécies de corais. Estes recifes são, de facto, um ecossistema, onde coabitam variadíssimas espécies de peixes, crustáceos, moluscos, vermes, etc.                  
            O maior recife de coral vivo encontra-se na Grande Barreira de Coral, na costa da Queensland, Austrália. A maioria dos corais desenvolve-se em águas tropicais e subtropicais, mas podem encontrar-se pequenas colónias de coral em águas frias, como ao largo da Noruega. Porém, devido á poluição e ao aquecimento marinho estão a morrer.
                                                                                                                Flávia, Inês e Daniel

18/12/10

produto trabalhos grupo - Reconstrução do poema «Loas ao menino» de Alexandre Parafita - 15/12/2010

Menino Jesus
Que estás no altar
Não tenho presentes
nem  escova de dentes.

Não tenho palácios
Não tenho anjinhos
Nem passarinhos
Que me dêem carinhos.

Não tenho tesouros
Nem disso ilusões !...
Sou pobre nos sonhos
E nas emoções.

Não tenho riquezas
Nem compras de feira
Só tenho o que cabe
Ali, naquela eira.

Tenho um piãozinho
Mais uma baraça
P’ro fazer girar
Por onde a gente passa.

Tenho dois berlindes
Um verde e um lilás
E a jogar com eles
Tenho sempre gás.

Ah, que bom seria
Poderes aprender
Eu ser o teu mestre
Estar-te sempre a ver.

Menino Jesus
Que estás no altar
E tudo o que tenho
Para te ver ganhar.

E nada mais levo
Por mais que eu queira
Pois é pequenina
A minha lancheira.


16/12/10

Reconstrução coletiva do poema «Natal de um pastorinho» de Alexandre Parafita

Pela serra acima
Vai o pastorinho
       Leva o seu bornal
E o seu carneirinho.

       Batendo os tamancos
       Lá vai pela manhã
Vestido de croça
Feita de lã.

As ovelhas mansas
Seguem a seu lado
P ‘ra lidar com elas
É preciso ter cuidado.

Fala-lhes mansinho:
“Meninas, correr”
E elas tratam logo
De começar logo a fazer.

Porém uma delas
Não aguentou mais
Deitou-se p’ro lado
Ficou à espera dos pais.

E logo o pequeno
De tão perspicaz
Deu p’la falta dela
E voltou-se para trás.

Andou meia légua
Achou-a deitada
Ia dar à luz
A linda ovelha mimada.

E o pastorinho
Lá fez de parteiro
Tomando nas mãos
O seu lindo cordeiro.

E ao chegar a casa
Lá pela tardinha
Com mais um no rol…
O bom pastorinho
Aumentou o encanto
Daquele pôr-de-sol!

      
           

06/12/10

Dia Internacional da pessoa com deficiência- 3 de Dezembro

desenho do Filipe

O dia internacional das pessoas com deficiência (3 de dezembro) é uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas desde 1998, com o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos concernentes à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas. Procura também aumentar a consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em cada aspecto da vida política, social, econômica e cultural
De entre as promessas feitas pelos líderes mundiais, em Setembro de 2010,na Cúpula Mundial dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) houve o compromisso de melhorar as vidas das pessoas com deficiências.
Este grupo distinto inclui pessoas próximas de nós – familiares, amigos e vizinhos. De fato, deficiências físicas, mentais e sensoriais são muito comuns e afetam cerca de 10% da população mundial.
A deficiência está, também, altamente associada à pobreza. Pessoas com deficiência representam aproximadamente 20% daqueles que vivem em situação de pobreza nos países em desenvolvimento. Mundialmente, eles sofrem altos níveis de desemprego e frequentemente não têm acesso à educação ou à assistência médica adequadas. Em muitas sociedades, simplesmente não há serviços ou uma estrutura para atender as necessidades desse grupo e eles acabam vivendo em isolamento, desligadas das suas comunidades.

26/11/10

O elefante acorrentado- em castelhano

Reconto da fábula- A galinha dos ovos de oiro

A galinha dos ovos de oiro
Era uma vez uma galinha que vivia no galinheiro de um camponês.
Essa galinha era muito especial.
A galinha era, na verdade, tão especial que todos os dias punha um ovo de oiro! Estão a ver bem?! De oiro!!
O dono da quinta tinha excepcional orgulho na galinha, e sempre que ia buscar o ovo de oiro pensava:
-Mais uns quinze dias e posso mudar-me para a cidade!!!
Um dia pensou que se matasse a galinha teria a fortuna toda de uma só vez.
Então, no dia seguinte veio tirá-la da capoeira.
Matou-a e…
- Nãaaaaaaaaooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O camponês ficou mudo de espanto, pois não havia nada lá dentro.
O corpo da galinha era basicamente igual ao das outras.

Moral da história
O camponês não soube dar valor à sua fortuna e por isso ficou pobre.
Quem tudo quer tudo perde.

Fomos criadores de selos

25/11/10

Visita da avó do João - peixeira

Visita da avó do João
No dia 9 de Novembro de2010 a D. Maria do Carmo veio à nossa escola falar da sua profissão. Maria do Carmo vende peixe há 35 anos. Antes de ser peixeira foi costureira e trabalhou como auxiliar na nossa escola. Ela ganhava 120 escudos por mês. Como ganhava muito pouco, decidiu dedicar-se à venda de peixe. Vende: faneca, petinga, cavala, robalo, dourada, lula, solha, polvo e sardinha. Nós vimos e mexemos em alguns destes peixes. Gostamos de ver alguns órgãos como o coração, o fígado, as guelras e outros órgãos.
Antigamente, as peixeiras iam para a praia esperar que as juntas de bois trouxessem as redes. As juntas de bois eram 12, o que significa que os bois eram 24.
         As peixeiras espalhavam-se na areia para escolher o peixe. Para não se picarem ao peixe-aranha, elas cortavam a cabeça das lulas e enfiavam-nas nos dedos, não fossem eles aparecer e pregar-lhes uma partida!
Para amanhar o peixe são precisos vários utensílios: escamador, antes de madeira e agora de inox, tesoura e uma faca de bico.

                Quando vai à lota de Matosinhos, levanta-se ás 02:00 da manhã para ir buscar o peixe. Nos dias em que não vai levanta-se ás 06:00 da manhã.
                A vida de peixeira é difícil e dura.
                Nós gostamos muito da visita especialmente de tocar no peixe.
                Foi excelente!

24/11/10

Reconto pela Beatriz e Santiago da fábula «A galinha dos ovos de ouro»

      Era uma vez um camponês que tinha uma galinha. Todos os dias ela punha um ovo, um ovo de ouro. Ele pensou que se em cada dia a galinha punha um ovo de ouro ele ficava rico e podia mudar-se para a cidade. Voltou a pensar:
     __ Se eu a alimentasse melhor ela ficava mais gorda e o tesouro que estava lá dentro, maior.
     Todos os dias dava-lhe o quádruplo do milho de antes enquanto as outras galinhas, todos os dias reclamavam. O camponês resolveu matá-la. Ele pegou numa faca e abriu-lhe a barriga mas:
     __Oh!__ O interior dela era igual ao das outras galinhas. Gastei o meu dinheiro para nada.
    O camponês ficou com as mãos a abanar.