23/12/10
18/12/10
produto trabalhos grupo - Reconstrução do poema «Loas ao menino» de Alexandre Parafita - 15/12/2010
Menino Jesus
Que estás no altar
Não tenho presentes
nem escova de dentes.
Não tenho palácios
Não tenho anjinhos
Nem passarinhos
Que me dêem carinhos.
Não tenho tesouros
Nem disso ilusões !...
Sou pobre nos sonhos
E nas emoções.
Não tenho riquezas
Nem compras de feira
Só tenho o que cabe
Ali, naquela eira.
Tenho um piãozinho
Mais uma baraça
P’ro fazer girar
Por onde a gente passa.
Tenho dois berlindes
Um verde e um lilás
E a jogar com eles
Tenho sempre gás.
Ah, que bom seria
Poderes aprender
Eu ser o teu mestre
Estar-te sempre a ver.
Menino Jesus
Que estás no altar
E tudo o que tenho
Para te ver ganhar.
E nada mais levo
Por mais que eu queira
Pois é pequenina
A minha lancheira.
16/12/10
Reconstrução coletiva do poema «Natal de um pastorinho» de Alexandre Parafita
Pela serra acima
Vai o pastorinho
Leva o seu bornal
E o seu carneirinho.
Batendo os tamancos
Lá vai pela manhã
Vestido de croça
Feita de lã.
As ovelhas mansas
Seguem a seu lado
P ‘ra lidar com elas
É preciso ter cuidado.
Fala-lhes mansinho:
“Meninas, correr”
E elas tratam logo
De começar logo a fazer.
Porém uma delas
Não aguentou mais
Deitou-se p’ro lado
Ficou à espera dos pais.
E logo o pequeno
De tão perspicaz
Deu p’la falta dela
E voltou-se para trás.
Andou meia légua
Achou-a deitada
Ia dar à luz
A linda ovelha mimada.
E o pastorinho
Lá fez de parteiro
Tomando nas mãos
O seu lindo cordeiro.
E ao chegar a casa
Lá pela tardinha
Com mais um no rol…
O bom pastorinho
Aumentou o encanto
Daquele pôr-de-sol!
06/12/10
Dia Internacional da pessoa com deficiência- 3 de Dezembro
O dia internacional das pessoas com deficiência (3 de dezembro) é uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas desde 1998, com o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos concernentes à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas. Procura também aumentar a consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em cada aspecto da vida política, social, econômica e cultural
De entre as promessas feitas pelos líderes mundiais, em Setembro de 2010,na Cúpula Mundial dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) houve o compromisso de melhorar as vidas das pessoas com deficiências.
Este grupo distinto inclui pessoas próximas de nós – familiares, amigos e vizinhos. De fato, deficiências físicas, mentais e sensoriais são muito comuns e afetam cerca de 10% da população mundial.
A deficiência está, também, altamente associada à pobreza. Pessoas com deficiência representam aproximadamente 20% daqueles que vivem em situação de pobreza nos países em desenvolvimento. Mundialmente, eles sofrem altos níveis de desemprego e frequentemente não têm acesso à educação ou à assistência médica adequadas. Em muitas sociedades, simplesmente não há serviços ou uma estrutura para atender as necessidades desse grupo e eles acabam vivendo em isolamento, desligadas das suas comunidades.
26/11/10
O elefante acorrentado- em castelhano
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PNL
Reconto da fábula- A galinha dos ovos de oiro
A galinha dos ovos de oiro
Era uma vez uma galinha que vivia no galinheiro de um camponês.
Essa galinha era muito especial.
A galinha era, na verdade, tão especial que todos os dias punha um ovo de oiro! Estão a ver bem?! De oiro!!
O dono da quinta tinha excepcional orgulho na galinha, e sempre que ia buscar o ovo de oiro pensava:
-Mais uns quinze dias e posso mudar-me para a cidade!!!
Um dia pensou que se matasse a galinha teria a fortuna toda de uma só vez.
Então, no dia seguinte veio tirá-la da capoeira.
Matou-a e…
- Nãaaaaaaaaooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O camponês ficou mudo de espanto, pois não havia nada lá dentro.
O corpo da galinha era basicamente igual ao das outras.
Moral da história
O camponês não soube dar valor à sua fortuna e por isso ficou pobre.
Quem tudo quer tudo perde.
Fomos criadores de selos
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PNL
25/11/10
Visita da avó do João - peixeira
Visita da avó do João
No dia 9 de Novembro de2010 a D. Maria do Carmo veio à nossa escola falar da sua profissão. Maria do Carmo vende peixe há 35 anos. Antes de ser peixeira foi costureira e trabalhou como auxiliar na nossa escola. Ela ganhava 120 escudos por mês. Como ganhava muito pouco, decidiu dedicar-se à venda de peixe. Vende: faneca, petinga, cavala, robalo, dourada, lula, solha, polvo e sardinha. Nós vimos e mexemos em alguns destes peixes. Gostamos de ver alguns órgãos como o coração, o fígado, as guelras e outros órgãos.
Antigamente, as peixeiras iam para a praia esperar que as juntas de bois trouxessem as redes. As juntas de bois eram 12, o que significa que os bois eram 24.
As peixeiras espalhavam-se na areia para escolher o peixe. Para não se picarem ao peixe-aranha, elas cortavam a cabeça das lulas e enfiavam-nas nos dedos, não fossem eles aparecer e pregar-lhes uma partida!
Para amanhar o peixe são precisos vários utensílios: escamador, antes de madeira e agora de inox, tesoura e uma faca de bico.
Quando vai à lota de Matosinhos, levanta-se ás 02:00 da manhã para ir buscar o peixe. Nos dias em que não vai levanta-se ás 06:00 da manhã.
A vida de peixeira é difícil e dura.
Nós gostamos muito da visita especialmente de tocar no peixe.
Foi excelente!
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Projeto- O mar
24/11/10
Reconto pela Beatriz e Santiago da fábula «A galinha dos ovos de ouro»
Era uma vez um camponês que tinha uma galinha. Todos os dias ela punha um ovo, um ovo de ouro. Ele pensou que se em cada dia a galinha punha um ovo de ouro ele ficava rico e podia mudar-se para a cidade. Voltou a pensar:
__ Se eu a alimentasse melhor ela ficava mais gorda e o tesouro que estava lá dentro, maior.
Todos os dias dava-lhe o quádruplo do milho de antes enquanto as outras galinhas, todos os dias reclamavam. O camponês resolveu matá-la. Ele pegou numa faca e abriu-lhe a barriga mas:
__Oh!__ O interior dela era igual ao das outras galinhas. Gastei o meu dinheiro para nada.
O camponês ficou com as mãos a abanar.
__ Se eu a alimentasse melhor ela ficava mais gorda e o tesouro que estava lá dentro, maior.
Todos os dias dava-lhe o quádruplo do milho de antes enquanto as outras galinhas, todos os dias reclamavam. O camponês resolveu matá-la. Ele pegou numa faca e abriu-lhe a barriga mas:
__Oh!__ O interior dela era igual ao das outras galinhas. Gastei o meu dinheiro para nada.
O camponês ficou com as mãos a abanar.
Reconto da fábula «O corvo e a raposa», pela Eva
«O corvo e a raposa»
Era uma vez um corvo que tinha encontrado um delicioso queijo numa janela entreaberta:
— Oh!!! Que belo queijinho!!! Leva-lo-ei para o ninho e ele vai logo direto para o meu estômago!! – Dito isto, pegou no queijo e fugiu. Como estava cansado pousou num ramo de árvore a descansar.
Uma raposa matreira, que passava por ali, deu pelo corvo e foi logo pensar numa maneira de lhe deitar o dente.
-Bom dia, belo corvo!! — Deu este, e muitos outros elogios e o corvo queria largar o queijo para lhe agradecer.
-quem me dera ouvir a sua voz…
O corvo não conseguiu resistir mais e abriu o bico:
— Todos os dias eu canto, uma canção como esta, sou corvo mais bonito que vive nesta floresta!
Mesmo sem notar, o queijo caiu-lhe do bico.
A raposa, maravilhada, pegou no queijo e fugiu a sete pés.
Era uma vez um corvo que tinha encontrado um delicioso queijo numa janela entreaberta:
— Oh!!! Que belo queijinho!!! Leva-lo-ei para o ninho e ele vai logo direto para o meu estômago!! – Dito isto, pegou no queijo e fugiu. Como estava cansado pousou num ramo de árvore a descansar.
Uma raposa matreira, que passava por ali, deu pelo corvo e foi logo pensar numa maneira de lhe deitar o dente.
-Bom dia, belo corvo!! — Deu este, e muitos outros elogios e o corvo queria largar o queijo para lhe agradecer.
-quem me dera ouvir a sua voz…
O corvo não conseguiu resistir mais e abriu o bico:
— Todos os dias eu canto, uma canção como esta, sou corvo mais bonito que vive nesta floresta!
Mesmo sem notar, o queijo caiu-lhe do bico.
A raposa, maravilhada, pegou no queijo e fugiu a sete pés.
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