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24/11/10

Reconto da fábula «O corvo e a raposa», pela Eva

«O corvo e a raposa»
Era uma vez um corvo que tinha encontrado um delicioso queijo numa janela entreaberta:
— Oh!!! Que belo queijinho!!! Leva-lo-ei para o ninho e ele vai logo direto para o meu estômago!! – Dito isto, pegou no queijo e fugiu. Como estava cansado pousou num ramo de árvore a descansar.
Uma raposa matreira, que passava por ali, deu pelo corvo e foi logo pensar numa maneira de lhe deitar o dente.
-Bom dia, belo corvo!! — Deu este, e muitos outros elogios e o corvo queria largar o queijo para lhe agradecer.
-quem me dera ouvir a sua voz…
O corvo não conseguiu resistir mais e abriu o bico:
— Todos os dias eu canto, uma canção como esta, sou corvo mais bonito que vive nesta floresta!
Mesmo sem notar, o queijo caiu-lhe do bico.
A raposa, maravilhada, pegou no queijo e fugiu a sete pés.

Poema construído pela Beatriz

O autor da Historia è Jorge Bucay

E um elefante criou
Leu, leu o seu trabalho
E de repente pensou
Fazer um elefante a desistir
Ajuda tentava pedir
Não iria conseguir
Tempo, tempo ia passando

Ele fazia de tudo para sobreviver
Acorrentado para todo sempre iria ser
Corrente muito forte
O elefantezinho infeliz parecia
Rrrr cheio de frio a apanhar chuva
Rir raramente alguém o via
Elefante pequeno era, mas crescera
Não e a por a sua força á prova
Tantos anos passara
Andou no circo sempre acorrentado
Dando espetáculos a milhares de crianças
O seu fim assim terminara.

Poema da Mariana, Gonçalo P. e Maria Carolina

Era uma vez um elefante acorrentado
Que estava cansado
De ser mal tratado
Que ate pôs o circo arrepiado.
O elefante recém-nascido
Vivia muito infeliz
Mas era muito querido
No circo era triste.
Um dia ele desistiu
De tentar fugir
O elefante não resistiu
E no circo ele começou a rir.

23/11/10

Poema construído pela Flávia, Carolina Horta e Franclim

O ilustrador da história chama-se Gusti
E o elefante estava acorrentado
Lá ele estava chateado
E tentou libertar-se
Ficou lá muito tempo preso
Ao fim de alguns dias ficou surpreso

Não conseguia libertar-se

Tentou gravar na memória que não conseguia-se soltar-se
Então ficou lã memorizado
A malta do circo prendia-o a uma corrente
Com as suas lembranças não se queria libertar
O elefante esqueceu-se que agora estava grande e soltar-se .
Riram-se as pessoas do elefante
Riram-se sem parar
Então ele ficou triste
Não quis tentar soltar-se
Toda a gente o tratava mal
Ao anoitecer todas as pessoas abandonavam
De noite tentava soltar-se
O elefante no circo foi uma atracão .

22/11/10

Poema da Eva, Fábio e Santiago

O autor da história é Jorge Bucay.
Ele teve amor e carinho ao criá-la.
Levou a magia da escrita a todas as páginas
E brincando com as palavras
Ficou uma história chamada «O Elefante Acorrentado».
A história, por dentro, era um selo encantado.
Não vamos desvendar a história, mas sim contar um bocado
Tinha o circo um elefante
Elefante Acorrentado
Que toda a noite e todo o dia
Estava aprisionado:
— Quero soltar-me! Quero soltar-me!
Era divertido saber
Toda a história até ao fim
Mas não posso contar
Pois já prometi;
Não posso desvendar
Aquilo que seria de esperar
Que eu fosse contar.
Se ficaram com vontade
Da história conhecer
O livro vão ter mesmo de ler.

Poema do Vitor e da Sofia E.

Era uma vez um elefante
Elefante que estava no circo
Circo fantástico onde trabalhava
Trabalhava e sonhava soltar – se da estaca
Estaca com uma corrente de ferro
Ferro muito poderoso
Poderoso que o elefante não conseguia soltar-se
Soltar-se da maldição da corrente
Corrente maldita
Maldita equipa do circo
Circo das suas atuações
Atuações do elefante
Elefante que desistiu de se libertar da corrente
Corrente que prendia o elefante
Elefante que se resignou a ser a estrela principal do CIRCO

18/11/10

Projeto «O mar» Há mares e mares

«Os mares são diferentes uns dos outros.»
Há mares frios como o Inverno. Outros quentinhos e agradáveis como a lareira, mares que quando entramos apetece-nos estar lá o dia todo e não sair.
Há mares que cada vez que damos um passo, ficam com ondas mais fortes, mais fundos, zangados e maus, tão perigosos que nos podem engolir e com remoinhos que levam as pessoas.
Há mares com cheiro a maresia que faz-nos gostar de caminhar à beira-mar e observar as águas límpidas.
Há mares que fazem ondas gigantes até chegar a nossa casa e podem também inundar os cafés.
Há mares que são engolidos pelas suas próprias ondas.
Há mares que de noite parecem espelhos a brilhar como diamantes, tão cristalinos que se podem ver a areia, as pedras, as conchas, os búzios… outros que parecem um caixote do lixo, poluídos e muito mal cheirosos.
Há mares que batem nas rochas e fazem barulho. Há mares com barcos que as ondas levam e trazem, por vezes só levam e não os trazem… pertencem ao mar.
Há mares que têm areia grossa, cavalos-marinhos, polvos, peixes bonitos verdes, azuis, cor-de-laranja…salmões que nadam tranquilos e felizes, golfinhos que nos podem dar uma boleia e tubarões que comem os barcos de uma só vez.
Há mares com habitantes de cores incríveis. Os mares rodeiam a terra, nunca acabam, a menos que não os preservemos.
O mar é fantástico!