O ilustrador da história chama-se Gusti
E o elefante estava acorrentado
Lá ele estava chateado
E tentou libertar-se
Ficou lá muito tempo preso
Ao fim de alguns dias ficou surpreso
Não conseguia libertar-se
Tentou gravar na memória que não conseguia-se soltar-se
Então ficou lã memorizado
A malta do circo prendia-o a uma corrente
Com as suas lembranças não se queria libertar
O elefante esqueceu-se que agora estava grande e soltar-se .
Riram-se as pessoas do elefante
Riram-se sem parar
Então ele ficou triste
Não quis tentar soltar-se
Toda a gente o tratava mal
Ao anoitecer todas as pessoas abandonavam
De noite tentava soltar-se
O elefante no circo foi uma atracão .
23/11/10
Poema construído pela Flávia, Carolina Horta e Franclim
22/11/10
Poema da Eva, Fábio e Santiago
O autor da história é Jorge Bucay.
Ele teve amor e carinho ao criá-la.
Levou a magia da escrita a todas as páginas
E brincando com as palavras
Ficou uma história chamada «O Elefante Acorrentado».
A história, por dentro, era um selo encantado.
Não vamos desvendar a história, mas sim contar um bocado
Tinha o circo um elefante
Elefante Acorrentado
Que toda a noite e todo o dia
Estava aprisionado:
— Quero soltar-me! Quero soltar-me!
Era divertido saber
Toda a história até ao fim
Mas não posso contar
Pois já prometi;
Não posso desvendar
Aquilo que seria de esperar
Que eu fosse contar.
Se ficaram com vontade
Da história conhecer
O livro vão ter mesmo de ler.
Ele teve amor e carinho ao criá-la.
Levou a magia da escrita a todas as páginas
E brincando com as palavras
Ficou uma história chamada «O Elefante Acorrentado».
A história, por dentro, era um selo encantado.
Não vamos desvendar a história, mas sim contar um bocado
Tinha o circo um elefante
Elefante Acorrentado
Que toda a noite e todo o dia
Estava aprisionado:
— Quero soltar-me! Quero soltar-me!
Era divertido saber
Toda a história até ao fim
Mas não posso contar
Pois já prometi;
Não posso desvendar
Aquilo que seria de esperar
Que eu fosse contar.
Se ficaram com vontade
Da história conhecer
O livro vão ter mesmo de ler.
Poema do Vitor e da Sofia E.
Era uma vez um elefante
Elefante que estava no circo
Circo fantástico onde trabalhava
Trabalhava e sonhava soltar – se da estaca
Estaca com uma corrente de ferro
Ferro muito poderoso
Poderoso que o elefante não conseguia soltar-se
Soltar-se da maldição da corrente
Corrente maldita
Maldita equipa do circo
Circo das suas atuações
Atuações do elefante
Elefante que desistiu de se libertar da corrente
Corrente que prendia o elefante
Elefante que se resignou a ser a estrela principal do CIRCO
Elefante que estava no circo
Circo fantástico onde trabalhava
Trabalhava e sonhava soltar – se da estaca
Estaca com uma corrente de ferro
Ferro muito poderoso
Poderoso que o elefante não conseguia soltar-se
Soltar-se da maldição da corrente
Corrente maldita
Maldita equipa do circo
Circo das suas atuações
Atuações do elefante
Elefante que desistiu de se libertar da corrente
Corrente que prendia o elefante
Elefante que se resignou a ser a estrela principal do CIRCO
21/11/10
18/11/10
Projeto «O mar» Há mares e mares
«Os mares são diferentes uns dos outros.»
Há mares frios como o Inverno. Outros quentinhos e agradáveis como a lareira, mares que quando entramos apetece-nos estar lá o dia todo e não sair.
Há mares que cada vez que damos um passo, ficam com ondas mais fortes, mais fundos, zangados e maus, tão perigosos que nos podem engolir e com remoinhos que levam as pessoas.
Há mares com cheiro a maresia que faz-nos gostar de caminhar à beira-mar e observar as águas límpidas.
Há mares que fazem ondas gigantes até chegar a nossa casa e podem também inundar os cafés.
Há mares que são engolidos pelas suas próprias ondas.
Há mares que de noite parecem espelhos a brilhar como diamantes, tão cristalinos que se podem ver a areia, as pedras, as conchas, os búzios… outros que parecem um caixote do lixo, poluídos e muito mal cheirosos.
Há mares que batem nas rochas e fazem barulho. Há mares com barcos que as ondas levam e trazem, por vezes só levam e não os trazem… pertencem ao mar.
Há mares que têm areia grossa, cavalos-marinhos, polvos, peixes bonitos verdes, azuis, cor-de-laranja…salmões que nadam tranquilos e felizes, golfinhos que nos podem dar uma boleia e tubarões que comem os barcos de uma só vez.
Há mares com habitantes de cores incríveis. Os mares rodeiam a terra, nunca acabam, a menos que não os preservemos.
O mar é fantástico!
12/11/10
05/11/10
Desenho da Beatriz sobre a visita do Sr. Hélio- 29/10/2010
Este ano a nossa turma vai, na área de Projeto, trabalhar o tema mar. Descobrimos que na nossa turma havia alguns alunos que tinham familiares ligados ao mar. Na sexta-feira dia 29 de Outubro, veio o pai do Gonçalo Filipe.
Ficamos a saber muitas coisas. O senhor Hélio trabalhava num café e aos 23 anos começou a dedicar - se à pesca. Há diferentes redes para capturar diferentes espécies de peixes. Ele pesca na ria e no mar. Na ria pesca enguias, bivalves como o berbigão e a amêijoa; caranguejos, lampreia, linguado e chocos. No mar pesca dourada, sargo, robalo e choco. A rede para apanhar o choco coloca – se de manhã e recolhe – se à noite. A rede para apanhar enguias chama – se galricho. Ficamos a saber que não se pode pescar todo o ano. As enguias, os bivalves e os caranguejos apanham – se de Setembro a Março.
Também na pesca é preciso segurança. É obrigatório a bóia, a lanterna estanque, a navalha de pontas redondas, os coletes e a caixa de primeiros socorros. Os very lights são usados em situações de perigo, para pedir ajuda.
Todos nós gostamos imenso de tocar nas redes, de ver os very lights, de vestir o colete e de sentir o peso da bóia.
Foi excelente, produtiva, interessante e emocionante! …
02/11/10
vídeo sobre o tangran
01/11/10
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