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29/10/10

Construção coletiva de um poema

Era uma vez uma bruxa despenteada
que tinha uma gata muito embruxada.
Mexia e mexia no caldeirão
Para conseguir a sua mágica poção.
Vivia num castelo sem telhado
Onde tudo o que existia era assombrado
Morcegos e fantasmas dormiam ao seu lado.
Quando no castelo chovia
Até a vassoura, assustada fugia.

No dia das bruxas a criançada
Fazia da noite uma festa animada.
Havia uma abóbora em cada portão
Para afastar qualquer maldição.
Pedir doces era engraçado
Fazer travessuras era endiabrado
Mesmo deixando o dono zangado.
O menino João muitos doces comia
O halloween era alegria, magia e fantasia!                                               
                                             28/10/2010

26/10/10

Construção coletiva de um poema sobre o mar

Lá vêm os príncipes e princesas
que têm muito que contar
estudam no Furadouro
com um cheirinho a mar.

Longe já vão os tempos
das grandes pescarias
belas e gordas sardinhas
e carapaus das águas frias.

Há netos de pescadores
filhos e até sobrinhos
todos gostam do mar
de ver na rede os peixinhos
de fazer castelos na areia
e nadar como golfinhos.

Ao ouvir as peixeiras
e o barulhar do mar
há peixe fresco p' ra vender
acabadinho de apanhar.

Vida de pescador
vida dura e amargada
envelhecem mais depressa
muitos não pescam nada...

Barcos que vão e que vêm
balançam nas ondas do mar
alguns não tornam a vir
acabam por naufragar
em terra ficam saudades
de ao longe os ver chegar.